quarta-feira, 3 de maio de 2017

Vamos Fechar o Brasil?

Diz Jornal Edição 173
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Vamos Fechar o Brasil?
A situação de calamidade moral que se encontra o Brasil, cada dia mais afundado em novas denúncias de corrupção, aliadas às manobras legislativas do Congresso Nacional, que tenta criar leis que possam anular ou desviar as responsabilidades criminais dos parlamentares, produz estarrecimento e revolta na população brasileira. Nessa situação adversa e aparentemente sem saída, pessoas desavisadas e com sentimentos desesperados começam a clamar por atuações que podem ser ainda mais desastrosas para o país. Alguns pregam a desobediência civil, o não pagamento de impostos, a invasão do Congresso, de Assembléias Legislativas e sede do governo. Este clima de beligerância poderá ter efeitos caóticos e esse descontrole social afundará o país num vazio de autoridade e de insegurança institucional. Seria o caos, e momento propicio para golpes armados ou uma guerra civil.

A Obra do Inferno
Ninguém agüenta mais piadinhas com churrasquinho de papelão. Toni Ramos chamando para comer carne podre e essas coisas. Por que acabam cansando? Porque o problema é sério. Nós é que temos esse espírito brincalhão. É normal. 
A mais nova Operação da Polícia Federal foi uma operação comum e que deveria ter sido realizada há muito tempo, mas que a própria imprensa cuidou da fazer estardalhaço e sabemos a verdadeira razão: há alguma ligação de um dos filhos de Lula com um dos frigoríficos, nunca comprovada.
Nessa de fazer uma escuta aqui e outra ali, pronto, descobriram que 3 frigoríficos entre mais de 3.000, estavam praticando fraude nos alimentos.

SOS Universidades Estaduais
Com a aprovação pelo Congresso das medidas econômicas para socorrer Estados quebrados, como o Rio de Janeiro, reacende-se a esperança da recuperação, ou pelo menos o funcionamento a contento das Universidades Estaduais. A UERJ, UENF, em Campos, e a UEZO, da Zona Oeste do Rio, passam por dificuldades financeiras graves, que comprometem a gestão e a qualidade do ensino.
Ainda hoje não foram pagos os salários de março. A UERJ tem 28 mil alunos nos seus cursos e oito mil são cotistas, e estão sem receber a bolsa no valor de R$ 450, desde 2015. O reitor da UENF de Campos, professor Luís Passoni, declara que a instituição está há 18 meses sem repasse financeiro do Governo do Estado, embora nesse período a ALERJ tenha feito uma doação de 1,5 milhão, que ajudou no prosseguimento das atividades, apesar de todas as dificuldades.
O Estado se for administrado com seriedade e competência tem amplas condições de arcar com todos os custos e demandas. O que precisa parar definitivamente são as desonerações suspeitas, as renúncias fiscais inexplicáveis, e um duro questionamento na lisura dessas ações. Sabemos que quem fiscaliza, ou deveria fiscalizar, está sob suspeita ou preso, como os conselheiros do Tribunal de Contas do Estado. É preciso urgentemente mudar a mecânica de escolha para os cargos de conselheiros. Não devem ser mais indicados, pois carregam consigo a dependência subserviente aos padrinhos políticos. O ideal será concurso para candidaturas e eleição para o cargo dentro das instâncias técnicas do Estado. Tudo independente de governador, deputados, ou qualquer outro que possa prejudicar a independência funcional do conselheiro. Se tivermos transparência e visibilidade de tudo que acontece, vai sobrar dinheiro para tudo, principalmente para educação, saúde e segurança.

Ciências Exatas
O que realmente importa na vida? Uma pergunta e tanto! O questionamento mais relevante de todos. E eu repito: O que realmente importa? Eu acredito, piamente, que seja de suma importância pagar as contas no final do mês, por exemplo. Eu também creio ser fundamental encontrar a estabilidade amorosa e financeira. Esses são exemplos de fatores primordiais e de peso, quando questionamento os quesitos que nos permitem ser felizes. É como se a vida fosse uma equação.... Um somatório de itens, cada qual com sua respectiva potência e relevância. No final das contas, será o resultado desta complexa formulação que nos permitirá sorrir ou chorar. E quem compõe essa abstração numérica é o nosso dia-a-dia, com nossas sucessivas escolhas, boas e ruins. Um passo em falso e muito esforço pode ser perdido. Assim como um dia chuvoso pode nos levar a um belo arco-íris. Porém, como sobreviver à tantas dúvidas, inconsistências e altos e baixos?

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