sexta-feira, 19 de maio de 2017

O Buraco do Tatu

Diz Jornal Edição 174
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O Buraco do Tatu
É preciso ter clareza dos fatos e fazer uma análise desapaixonada em relação à inauguração do Túnel Cafubá- Charitas. A semana inteira ouvi declarações de apoio e criticas contundentes de todos os lados. Gente que elogia e outros que dizem que não passa de um "Buraco de Tatu". Na minha visão existe uma questão fundamental que é a real necessidade da obra. Isso é indiscutível. Entretanto, o que mais incomoda a todos é como foi feita e que ingredientes foram usados. O que mais aborrece a todos é o excesso de marketing proselitista do prefeito. Poderia ter feito a obra, divulgá-la como feito positivo e até ser sensível a críticas e rebatendo-as na coerência de quem tem equilíbrio. Mas, infelizmente o delírio perene de grandeza desse "mecenas político" o impede de ser eficiente e plural. Ele esbarra exatamente na megalomania, e aí inventa até dados históricos. Primeiro declarou que estaria realizando um projeto criado há 40 anos atrás, e que ninguém conseguiu realizá-lo. Vai aumentando o tom, e no final, (como todo mito maníaco) perdido em números e inverdades do marketing desvairado, atingiu a marca dos 70 anos do projeto e do "desejo reprimido do povo".

Geral
Por conta de problemas financeiros, um garotinho se muda para outro bairro com sua família. Lá, ele faz um novo amigo. Os dois se tornam inseparáveis. O problema é que questões financeiras, entre os pais dos meninos, irão influenciar na relação de ambos. Percebam: as crianças têm uma linda amizade em "Melhores Amigos", filme que, em alguns dias, aterrissa nos cinemas nacionais. A princípio, nada poderia impedir o relacionamento dos dois. Uma amizade pura, neutra, independente de proveitos. Todavia, são os interesses dos outros que minam a convivência dos dois. Será que com o tempo as coisas se concertam? Será que as crianças teriam o poder de alinhar, entre elas, a sua convivência, de forma a se unirem contra esta possível ditadura que desestabiliza uma tão doce relação?

A Obra do Inferno
Como muitos niteroienses, optei por viver na Região Oceânica com minha família graças a qualidade de vida que havia por lá. Vivia em Icaraí, mas acreditei que a R.O. poderia me dar mais. Entendo por qualidade de vida a segurança pública, a presença forte da natureza, limpeza, urbanização. Frequento a R.O. desde menino e lá vivo há quase 20 anos e, por isso, me sinto seguro em afirmar que nunca aquele ex-paraíso esteve tão caótico como atualmente.
Tudo porque a prefeitura inventou a obra do inferno, a tal da Transoceânica,um conjunto de bizarrices que começa num túnel que vai ligar o Complexo do Preventório ao Complexo do Cafubá. A obra está atrasada meses e ninguém afirma quando será inaugurada. De minha casa em Itaipu até o meu trabalho, no Centro de Niterói, consumo diariamente uma hora e meia de engarrafamento e desvios esburacados, sem sinalização, correndo todos os riscos. Vejo meia dúzia de operários trabalhando lentamente no tal BHRSX@#!¨&* que ninguém está entendendo como vai funcionar. Se é que vai funcionar.

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