sábado, 9 de março de 2013

Direito de resposta: Mototaxistas acusados de serem "clandestinos" esclarecem sua real situação.

 

 | Acessos: 199

 

Em entrevista exclusiva ao site Clic Salinas o grupo de mototaxistas de Salinópolis que está envolvido na polêmica de estarem trabalhando de uma forma ilegal, destacam pontos importantes que tem como meta despertar a avaliação crítica da população de que também estão no direito de usufruírem do serviço de transporte.


A Entrevista foi concedida por Raimundo Nonato Martin dos Reis, presidente da AMSAL – Associação dos Mototaxistas de Salinópolis, empresa que está registrada com o CNPJ de número: 05879081-000165, atua com sede provisória e conta com cinquenta associados, a grande maioria com habilitação.


Quando questionado sobre serem profissionais clandestinos, Raimundo justifica que a Associação ao qual preside é independente daquela que o está acusando-os, ou seja, tem suas próprias regras, e que por isso não entra na classificação do limite de cem (100) profissionais, estabelecido pelo grupo adversário. Ele mesmo afirma:
"Os cem mototaxistas não são suficientes para suprir a necessidade da população."
O presidente avaliou que certos mototaxistas não iam prestar serviço nos lugares mais distantes do centro da cidade, e por isso, a pedido da população, criou-se a Associação o qual se definem como "Mototaxistas Rural". Nesse ponto o nosso entrevistado diz:


"O nosso serviço de mototaxi é rural, pois atingimos os seguintes pontos: Trevo e ponte do Atalaia, entrada do Cuiarana, entrada do Aeroporto, pois a população pede nossos serviços nessas áreas."
Ao ser interrogado sobre a forma de resolução desse problema junto ao poder Municipal, o líder da AMSAL, diz:
"Estamos esperando o posicionamento do prefeito Paulo Henrique que ficou de fazer uma reunião com nós para tentar resolver a situação."


Raimundo destaca que está tendo bastante apoio do vereador Jorge Sacola para que seja concedido o direito de trabalho para os cinquenta associados, e argumenta o motivo que os leva a lutarem por esse direito.


"Somos todos pais de famílias, precisamos trabalhar, comenta"

 

Nenhum comentário:

Postar um comentário