segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Novas regras para motoboys começam a valer em fevereiro e devem reduzir acidentes no DF

Taxa de mortalidade de motociclistas subiu na capital federal nos últimos anos

Do R7, com informações da TV Record Brasília | 03/01/2013 às 10h36

Divulgação

Entre as exigências estão os equipamentos de segurança


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A partir de fevereiro, para exercer a atividade de motoboy, os motociclistas terão que seguir novas regras estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito. Eles serão obrigados a passar por um curso, mudar a placa da moto e aderir a novos equipamentos de segurança. O objetivo das novas regras é regulamentar a profissão e aumentar a segurança. 

Com o aumento da segurança, os números de acidentes com mortes devem cair no Distrito Federal. Em três anos, a rede pública de Saúde do Distrito Federal quase dobrou os gastos com atendimento a motociclistas envolvidos em acidentes de trânsito, passando de R$ 434 mil em 2008 para R$ 868 mil em 2010. A taxa de mortalidade também subiu de 94 em 2008 para 121 em 2010, segundo o Ministério da Saúde.

A partir do mês que vem serão exigidos dos motoboys que tenham a carteira nacional de habilitação na categoria A por pelos menos dois anos, idade mínima de 21 e um certificado de um curso de qualificação para exercer a profissão. As motos também precisarão ser registradas na categoria ‘veículo alugado’, o que inclui a troca da placa cinza pela vermelha. 

Desde 2010 os órgãos de fiscalização já cobram dos profissionais o uso de equipamentos de segurança já regulamentados, como o protetor de pernas, conhecido como mata-cachorro, a antena aparadora de linhas, popularmente chamada de corta-pipas e o colete refle

 

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