segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Permanece em queda número de acidentes e mortes no trânsito

 

Permanece em queda número de acidentes e mortes no trânsito /

 

06/08/2012 08:56:58

 

 

A acidentalidade permanece em queda no trânsito de Porto Alegre. No balanço dos sete primeiros meses de 2012, na comparação com o mesmo período do ano passado, houve redução de 30,77% em vítimas fatais (54 a 78). Os acidentes diminuíram em 8,37% (12.608 a 13.759). As vítimas fatais por atropelamentos apresentaram uma redução de 48,39% (16 a 31). O número de feridos aumentou em 4,22% (5016 a 4813). Os atropelamentos subiram 2,85% (794 a 772).

 

Os dados da Coordenação de Informações de Trânsito da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) apresentam, também, os seguintes índices: menos 3,56% em acidentes com motos (2846 a 2951); menos 5,58% em atropelamentos envolvendo motos (186 a 197). O mês de julho, na comparação com julho de 2011, apresentou uma redução de 11,92% em acidentes (1817 a 2063); menos 11,11% em vítimas fatais (8 a 9); mais 3,62% em feridos (687 a 663); e mais 5.04% em atropelamentos (125 a 119).

 

Após ações realizadas nos dias do Motorista e do Motociclista, a EPTC prepara atividades educativas também para o Dia do Pedestre, na quarta-feira, 8. Serão distribuídos à população materiais informativos com orientações para uma circulação mais segura, com a lembrança de que muitos são condutores, mas todos são, antes de tudo, pedestres, a parte mais frágil, na acidentalidade, no dia a dia da circulação.

 

O diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari, afirma que o trabalho de conscientização para um trânsito mais seguro é permanente: “A frota de veículos cresce a cada dia, com mais riscos de acidentes nas nossas ruas. Motoristas e pedestres têm suas responsabilidades para uma convivência mais harmoniosa. Temos notado uma mudança de cultura na questão do trânsito, com reflexos nos índices de acidentalidade. Acrescenta que o trabalho prossegue, permanentemente, com ações educativas, fiscalização e medidas em engenharia de tráfego, mas a redução da acidentalidade depende do envolvimento de toda a população.

 

           

 

 

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