quinta-feira, 14 de junho de 2012

MICORCRÉDITO PARA MOTOBOY

 

 


MICORCRÉDITO PARA MOTOBOY

 

Smic facilita acesso de motociclistas ao microcrédito

13/06/2012 15:55:04

Foto: Melina Fernandes/Divulgação PMPA

 

Parceria deve estimular renovação da frota de motos

 

Um termo de cooperação técnica assinado nesta quarta-feira, 13, entre a Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic) e o Sindicato dos Motociclistas Profissionais do Rio Grande do Sul (Sindimotos), vai facilitar o acesso desses trabalhadores ao Microcrédito Orientado. A cerimônia aconteceu na sede do Sindimotos. O objetivo é fortalecer a categoria na Capital. “Nós precisamos incentivar esses trabalhadores a comprarem suas motos ou renovar aqueles veículos que já não apresentam mais condições de trafegar, e também a adquirir equipamentos de segurança, como capacetes e coletes.” diz o secretário da Smic, Omar Ferri Júnior.

 

A parceria vai facilitar o acesso dos motociclistas a empréstimos, obedecendo as regras do programa gaúcho de microcrédito. A meta é beneficiar mais de 300 trabalhadores até o fim deste ano. O sistema funciona com empréstimos de pequenas quantias (de R$ 300 a R$ 15 mil) que podem ser utilizadas para capital de giro, compra de materiais e investimentos, com taxa de juro de 0,64% ao mês, abaixo dos valores praticados no mercado. Os empréstimos são feitos por CPF, dispensando a constituição de empresa. Cada tomador pode realizar até duas operações por ano, após ter sua situação analisada por um agente de crédito.

 

De acordo com o presidente do Sindimotos, Valter Ferreira da Silva, a medida deve estimular a regularização desses trabalhadores. “Os motociclistas precisam da moto, que é a sua ferramenta de trabalho. E esta linha de crédito contempla toda a categoria, reduz juros e diminui, substancialmente, o custo da moto e dos equipamentos exigidos por lei.” diz Valter.

 

Nova legislação - Em agosto, duas resoluções do Denatran entram em vigor. Uma que estabelece os requisitos mínimos de segurança para o transporte de cargas e passageiros em motocicletas e motonetas e outra que exige que os motociclistas tenham feito o curso de especialização. Segundo dados do Sindimotos, dos 18 mil profissionais que atuam na Capital 70% estão fora dos padrões. “O que nós queremos é ver todos esses trabalhadores atuando regularmente, legalizados, e para isso eles precisam ter condições financeiras de se adequar à lei.” afirma Ferri Júnior.

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