quarta-feira, 23 de maio de 2012

Após várias tentativas serviço de moto-taxi continua desorganizado em Codó

Após várias tentativas serviço de moto-taxi continua desorganizado em Codó Organizar a categoria dos mototaxistas de Codó seria, em tese, cadastrar a todos, fazê-los passar por um curso de capacitação exigido pela lei federal, identificá-los por um número no colete e na moto, que seria amarela,  e concluir com a emissão da placa vermelha. Apesar de parecer simples, só nos últimos oito anos a administração pública e até os mototaxistas de forma isolada já tentaram fazer isso umas sete vezes. Criaram lei municipal, instituíram sindicato, iniciaram cadastramento, mas nunca, nunca ninguém concluiu a tão desejada organização da categoria. NADA, NADA No caso mais recente, o Departamento Municipal de Trânsito iniciou um novo cadastramento – menos da metade compareceu. Quem acreditou como Douglas  Queiroz até pintou a moto na cor padrão  (amarelo) por incentivo do Sindicato e, como já é habilitado, ficou faltando apenas fazer o curso para ganhar a placa vermelha que licencia o serviço, mas tudo parou de novo.  “inclusive tem muitas pessoas que entraram com o intuito de conseguir logo esta placa….E ATÉ AGORA NADA, TEM QUANTO TEMPO DE ESPERA? Eu pintei em setembro de 2011, continuo esperando”, revelou o mototaxista MOTIVOS Opiniões para justificar o motivo de nunca ter dado certo existem muitas e a maioria delas está ligada à esta mesma diversidade de pensamentos entre os mais de 700 que circulam na cidade de Codó. Alguns reclamam de interferência política e outros dizem que enquanto não tirarem de circulação os clandestinos nada será concretizado. É a opinião de um dos primeiros mototaxistas codoenses, Raimundo Roseno.  “cadastrava os postos primeiro, se começassem por aí talvez iria da certo, mas enquanto você cadastrar a pessoas que não tem habilitação, a pessoa que não tem posto, nunca vai ter sucesso”, disse Enquanto isso os favoráveis à uma organização continuam sofrendo principalmente com aqueles que não demonstram o menor interesse pelo fim de tantos problemas. Érison Ribeiro, criticou aqueles que trabalham esporradicamente.  “Tem umas pessoas aí que só trabalham de mototaxi dez dias por mês, nesse período como acabei de falar, de 25 a 10, a 15 do outro mês…DIFERENTE DE VOCÊS? Diferenteós, porque nós estamos todo santo dia aqui”, criticou   FONTE/Blog do acélio

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