domingo, 29 de abril de 2012

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sábado, 28 de abril de 2012

Reunião dos empresários e sindimoto

Dr. Paulo da rede Agafarma, falando aos empresários.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Saiba quando vale trocar dívida de banco

Custos com despachante e pendências do carro podem diminuir vantagens da migração para outro banco

O consumidor pode aproveitar o movimento de redução da taxa de juros para trocar a dívida de financiamento do carro por outra mais barata. Neste mês, bancos públicos e privados anunciaram taxas entre 0,89% e 2,25% ao mês.

Ao trocar um financiamento para a aquisição de um carro com juros de 2,5% ao mês por outro com taxas mensais de 1,5%, o cliente pode economizar cerca R$ 2,8 mil, segundo simulação feita a pedido do Metro pelo vice-presidente da Anefac (Associação Nacional de Executivos de Finanças), Miguel José Ribeiro de Oliveira.

Além de avaliar a taxa de juros, para trocar de banco, o cliente precisa considerar os custos de transferência – hoje os despachantes cobram cerca de R$ 300 – e eventuais pendências do veículo, como multas e licenciamentos em atraso.

De acordo com Oliveira, o primeiro passo é procurar o banco em que o consumidor fez o financiamento para tentar reduzir o custo do empréstimo. Se conseguir taxas menores, o cliente não precisa assumir nenhum custo adicional, pois o carro continuaria em garantia no banco sem a necessidade de se fazer qualquer alteração no Detran.

“O importante é o consumidor barganhar a redução no custo do empréstimo. Se a redução for superior ao custo que ele vai ter para transferir o veículo para o novo banco, aí vale a pena continuar”, orienta o economista.



Fonte: Band.com.br - 27/04/2012

 

Briga por 'ponto' acaba com mototaxista agredido a golpe de ferro

Agressor foi preso poucos minutos após o crime

Por AlagoasWeb/Ilustração

Atividade ainda não foi regulamentada pela prefeitura de Maceió

Está em recuperação após ser submetido à craniotomia no Hospital Geral do Estado (HGE), o mototaxista Samir Janssen Sabino da Silva, 25 anos, agredido a golpes de barra de ferro durante a noite de ontem, terça-feira (24).

O motoqueiro foi agredido por um colega de profissão após uma discussão por um ponto, na Praça Deodoro, no Centro da cidade em Maceió.

O agressor, identificado por Everton Carlos da Paixão, 29 anos, foi preso próximo ao Riacho Salgadinho. Ele foi encaminhado a Central de Polícia, onde foi ouvido e já levado a Casa de Custodia, onde ficará a disposição da Justiça.

A atuação de mototaxista em Maceió ainda não foi regulamentada pela prefeitura.

A vítima não corre risco de morte, segundo boletim emitido pela HGE na manhã de hoje.

 

Mototaxista é morto a tiros na frente do Plano Inclinado da Liberdade

O crime vai ser investigado pelo DHPP, mas até o momento nem a autoria nem a motivação do crime foram esclarecidas pela polícia

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Da Redação
Atualizada às 16h20

Um mototaxista foi morto na frente do Plano Inclinado da Liberdade, em Salvador, por volta das 9h desta quinta-feira (26), segundo informações da 2ª Delegacia Territorial (DT/Liberdade). O crime aconteceu nas proximidades da rua Euzébio de Queiroz, na parte superior do plano.

Segundo testemunhas, Carlos André Gonzaga de Castro, de 30 anos, aguardava a chegada de clientes em um ponto de mototaxi ao lado da entrada do plano quando dois homens chegaram ao local em uma moto. Um deles teria descido do veículo e atirado contra a cabeça da vítima, fugindo em seguida.

Uma guarnição da 37ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) esteve no local, mas o autor dos disparos já havia fugido do local. O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que investiga o caso, acredita que o homem foi executado em razão das circunstâncias em que o crime o aconteceu, mas ainda ouvirá familiares e colegas de trabalho de Carlos para saber se ele tinha alguma rixa com criminosos da região.

Costa Azul
Um jovem de 24 anos foi morto a tiros em via pública no bairro do Costa Azul, segundo informações da 39ª CIPM (Boca do Rio). A vítima, identificada como Leon Davi Amaral Damasceno, foi encontrada na rua Vicente Batalha por volta das 2h10 desta quinta-feira (26).

O corpo do rapaz foi encaminhado para o DPT, onde deve passar por uma perícia antes de ser liberado para a família. O caso está sendo investigado pelo DHPP, mas não há mais informações sobre o crime.

 

Porto Seguro Moto vai ao Barretos Motorcycles 2012

Porto Seguro marca sua estreia no Barretos Motorcycles com serviços para motos, suporte de guincho para eventuais socorros e atendimento para os interessados em saber mais ou contratar seguro para motocicletas.

A Porto Seguro (www.portoseguro.com.br) participará pela primeira vez do Barretos Motorcycles, um dos principais eventos do calendário motociclístico brasileiro, que será realizado entre os dias 27 de abril e 1º de maio, no Parque do Peão, em Barretos (SP). A Companhia levará até o local, serviços para motos, guincho para atendimento a eventuais ocorrências, além de informações sobre o Porto Seguro Moto, seguro para motocicletas oferecido pela empresa.

Nos dias do Barretos Motorcycles 2012, profissionais dos Centros Automotivos Porto Seguro vão inspecionar a emissão de poluentes das motos, cristalizar viseiras e higienizar capacetes. Um guincho também estará à disposição dos participantes, que contarão ainda com o atendimento de uma equipe específica para realizar simulações e contratações do seguro de motos da Companhia.

Marcelo Sebastião, diretor de Auto da Porto Seguro, comenta a expectativa para a estreia da Companhia no evento. "Queremos oferecer aos 'amantes' da motocicleta serviços que garantam condições adequadas para o uso desses veículos, além de mostrar a importância do investimento em um seguro de moto", afirma.

O Barretos Motorcycles mobilizou, só em 2011, cerca de 85 mil participantes, para conferir atrações como o Museu de Motos Antigas, o enduro e a pista Freestyle, montada na arena de rodeios da cidade. Para 2012, o evento também traz o concurso Garota Barretos Motorcycles, apresentações de acrobacias e shows musicais.

Porto Seguro Moto

Oferece cobertura para motos a partir de 90 cilindradas, com ano/modelo a partir de 2005 (inclusive) e desde que tenha uso particular. A cobertura compreensiva garante prejuízos decorrentes de colisão, incêndio e roubo/furto. O segurado tem ainda a opção de contratar a cobertura adicional de danos a terceiros e cláusulas de despesas extraordinárias moto, que garante ao segurado o reembolso para despesas com capacete, luvas, botas, calça, jaqueta e macacão, de acordo com o limite de reembolso contratado, em sinistro de indenização integral com o veículo; e carro extra (garante a locação de um veículo popular básico em caso de sinistro).

Quem contrata um seguro de moto com a Porto Seguro pode usufruir do Porto Socorro Básico: Serviço 24 horas de guincho, assistência de falha mecânica, elétrica, pane seca (falta de combustível), chaveiro e socorro por danos aos pneus. O cliente também pode usufruir dos Serviços à Residência, com mão de obra gratuita para reparos hidráulicos e elétricos, desentupimento, substituição de telhas e serviço de chaveiro.[2]

Além disso, os segurados contam com Centros Automotivos específicos para motos. Atualmente, a Corporação dispõe de Centros Automotivos Porto Seguro - Moto nas cidades de São Paulo (nos bairros do Tatuapé, Butantã, Canindé e Vila Mariana), São Caetano do Sul e Campinas, com diversos reparos e serviços de manutenção disponíveis.

 

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Kasinski anuncia Marco Luque como novo garoto-propaganda


25 de abril de 2012 09h35 atualizado às 10h35

O humorista Marco Luque posa ao lado do logo da Kasinski; carisma para tentar vender mais motos
Foto: Divulgação

Depois do apresentador e ator Rodrigo Faro, a Kasinski aposta no carisma do humorista Marco Luque para tentar alavancar as vendas de seus modelos. A CR Zongshen, dona da marca, anunciou nesta quarta-feira, além do novo garoto-propaganda, um investimento de R$ 7 milhões em ações de marketing para promover a fabricante de motocicletas nos próximos três meses. Marco Luque, que integra a bancada do programa "CQC", na Band, mantém um ainda um quadro na rádio Mix, como o motoboy "JacksonFive".

Empolgada com o desempenho nos emplacamentos, a fabricante diz que houve um crescimento de 21% nas vendas do primeiro trimestre sobre o mesmo período de 2011. No mesmo período, o mercado de motos caiu 7%, enquanto a Kasinski cresceu 10,7%.

Com estrutura fabril na China, Tailândia e Brasil, o grupo Zongshen exporta para mais de 100 países. No Pais, as operações foram iniciadas em maio de 2009. Uma segunda fábrica está prevista para ser inaugurada no segundo semestre, em Sapucaia (RJ), para a produção de elétricos.

 

Reajuste nas tarifas nas corridas de taxis e mototaxistas não agrada população

O valor foi acrescido conforme a distância da rota desejada. As categorias levaram em consideração principalmente o aumento do preço da gasolina na cidade, vendida a R$ 3,48, o litro.

De acordo como presidente dos mototaxistas, Eudes Nascimento, a medida foi tomada levando em consideração o desgaste de pneus, peças e acima de tudo o preço da combustível.

“Em Rio Branco, levando em consideração as condições de trabalho e logística a tarifa está adequada. Mas aqui em Cruzeiro do Sul, fica complicado para nós continuarmos com o mesmo valor, sendo que tudo aumenta. A gasolina é muito cara e não temos condição de oferecer o serviço sem dispormos de as mínimas condições”.

Os taxistas também aderiram a novas tarifas. E caberá ao cliente, a decisão de acordar o valor com o profissional ou ainda aderir ao uso do taxímetro. “A população ainda não se acostumou com o taxímetro e ainda prefere fazer ajuste do valor cobrado com o taxista”, disse.

A população ao saber do reajuste está optando por outros serviços, como por exemplo, o transporte coletivo, de ônibus e vans, que oferecem o transporte com o preço mais em conta.

“De vez em quando fazia viagem com mototaxi, mas agora vou é de ônibus mesmo, que passa perto de casa e ainda pago a metade do preço que se fosse de mototaxista”, finalizou a dona de casa Maria das Graças.

Tribuna do Juruá – Dayana Maia

 

Briga por ponto: mototaxista golpeia o outro na cabeça com barra de ferro

 

Marcela Oliveira

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Marcela Oliveira

Uma discussão pela disputa de um ponto de mototáxi terminou com uma pessoa ferida nesta terça-feira (24), na Praça Deodoro, Centro de Maceió. O acusado foi preso em flagrante.

Segundo o Centro de Operações da Defesa Social (Ciods), o mototaxista Samir Janssen Sabino da Silva, 30 anos, foi atingido por um golpe de barra de ferro na cabeça. A vítima estava sentada à espera de passageiros, quando outro mototaxista se aproximou e bateu com um pé-de-ferro – utilizado por sapateiro - na cabeça dele.

Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado ao Hospital Geral do Estado, onde foi submetido a uma craniotomia – abertura cirúrgica do crânio – e encontra-se estável, segundo informou a assessoria de comunicação do hospital na manhã de hoje.

Quando a Polícia Militar chegou ao local foi informada de que o criminoso, Everton Carlos da Paixão Santos, 32 anos, estava fazendo ponto nas imediações do Riacho Salgadinho.

Ele foi preso em flagrante e levado à Central de Polícia, onde foi autuado por tentativa de homicídio.

 

Conf. discute estratégias para reduzir acidentes com motos

A cidade de Campina Grande vai sediar, nesta quinta-feira (26), a 2ª Conferência Paraibana de Educação para o Trânsito. A ideia é unir todos os órgãos que compõem o Sistema Nacional de Trânsito e o chamado Sistema "S” (Sest, Senat, Senai, Sesc, Sesi, Senac, Senar, Sebrae e Sescoop) para discutir estratégias que visem a redução do número de acidentes envolvendo motociclistas e mototaxistas.

O evento vai acontecer no auditório do Hospital de Trauma de Campina Grande, com abertura prevista para as 8h.

Apenas no primeiro trimestre deste ano 2.196 pessoas receberam atendimento, 24,49% a mais, comparado com o mesmo período do ano passado. Em 2011, no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande foram atendidas 7.803 vítimas de acidente de moto.

A conferência é uma iniciativa do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), por meio da Divisão de Educação para o Trânsito. O primeiro encontro aconteceu em João Pessoa no dia 21 de março, com a participação do vice-governador Rômulo Gouveia, e do secretário Estadual de Saúde e presidente do Comitê em Defesa da Vida no Trânsito, Waldson de Sousa, e do superintendente do Detran, Rodrigo Carvalho, que é também vice-presidente do Conselho Estadual de Trânsito.

A conferência de Campina Grande deve contar com a presença do diretor executivo da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Cciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), José Eduardo Gonçalves.

Ações preventivas – O superintendente do Detran, Rodrigo Carvalho, disse que a imprudência do motociclista é a principal causa dos acidentes.

Ele lembrou outras ações do Governo do Estado para diminuir o número de acidentes envolvendo motocicletas, tendo entre as principais medidas a adoção de maior rigor na fiscalização dos veículos com a intensificação das blitzen e a exigência do cumprimento do Código de Trânsito Brasileiro no que se refere às chamadas 'cinquentinhas' – motos com até 50 cilindradas de potência.

Desde março do ano passado, uma portaria do Detran determinou que as fiscalizações passassem a exigir dos condutores das 'cinquentinhas' maior idade, Carteira Nacional de Habilitação categoria 'A” ou autorização para conduzir ciclomotor (ACC), além do uso de capacete.

Rodrigo Carvalho explicou que o registro dos ciclomotores é de responsabilidade dos órgãos municipais de trânsito, mas revelou que já existem propostas de alteração do Código de Trânsito Brasileiro, a fim de que o registro dos ciclomotores passe a ser feito pelos Detrans, assim como acontece com os demais veículos.

O superintendente também destacou uma parceria entre o Detran e o Centro de Treinamento da Honda, que vem oferecendo cursos de pilotagem defensiva e segurança no trânsito para examinadores, instrutores dos Centros de Formação de Condutores e policias militares.

Motos lideram acidentes – Relatórios do Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa que revelam que os motociclistas representam mais de 70% acidentados.

Só em 2011, foram atendidas 6.265 vítimas de acidentes de trânsito envolvendo motociclistas. Em janeiro de 2012 foram registrados 515 atendimentos a motociclistas e no mês de fevereiro 408.

Evolução da frota – As motocicletas já representam mais de 42% da frota de veículos da Paraíba. De 819 mil veículos, 352 mil são motocicletas. De 2000 a 2011, a frota de motocicletas da Paraíba passou de 51.962 para 341.145, uma evolução de 557%.

Em João Pessoa, o número de motocicletas passou de 12.422, no ano 2000, para 93.560, em 2011, o que equivale a um aumento de 653%. Em Campina Grande, no ano 2000 estavam registradas 12.795 motocicletas e em 2011 o número passou para 62.725, um crescimento de 390%.


Secom

 

Intimidade com segurança

Eu sou a minha moto. A afirmação pode parecer estranha, mas reflete a total identificação do advogado Antonio Widower com o veículo. "A moto retira o estresse, me integra à paisagem e propicia, mesmo nas dificuldades do trânsito urbano, o que defino como uma intimidade maior com a cidade", atesta. Aos 49 anos, o advogado explica que a motocicleta faz parte da sua vida e de sua personalidade. Conta que a maior influência em sua carreira de motociclista, que se iniciou aos 18 anos de idade, foi o avô Vinicius Nalepinski, que, a partir dos anos 40, passou 38 anos sobre duas rodas. Mas nem tudo é só paixão.O motociclista considera fundamental para quem decide andar sobre duas rodas o uso dos equipamentos de segurança de qualidade, hoje abundantes no mercado global e brasileiro. Segundo ele, há no mercado capacetes que resistem a impactos de quase 1 tonelada, além de jaquetas e calças em couro ou material sintético estruturadas (com kevlar ou fibra plástica de grande resistência a impactos) que evitam lesões graves em quedas. Profissional, alerta para o perigo do uso de capacetes não regulamentados pelo Inmetro. "Assim como vemos nas ruas motociclistas que não utilizam luvas, jaquetas protetoras ou botas especiais, que muitas vezes evitam as fraturas de tornozelo e pé", exemplifica.Widower também enfatiza a importância de atenção constante e total dedicação, física e psíquica, ao ato de conduzir uma motocicleta, independente do nível de experiência do condutor com o veículo. Para o advogado, além do lado prático da motocicleta, o mais importante é o "estado de espírito". "O meu, por exemplo, se eleva no uso da moto", ressalta.Além da influência do avô, o advogado herdou a admiração pelas grandes e belas motocicletas, "como as Norton ou Indian, que foram preservadas por ele, integrando o nosso acervo familiar. Imagine o deslumbramento para uma criança vendo aquele homem, já maduro, chegar com sua motocicleta imponente na casa de meu pai. São lembranças que ficaram gravadas em minha memória e que me impeliram para este mundo fascinante em duas rodas", conta o advogado.


Fonte da notícia: Correio do Povo

 

terça-feira, 24 de abril de 2012

Microempresa indenizará motoboy acidentado por danos morais e estéticos


 Microempresa indenizará motoboy acidentado por danos morais e estéticos Coverter Microempresa indenizará motoboy acidentado por danos morais e estéticos


A microempresa Cláudia Michele Basegio foi condenada a pagar indenização de R$ 5 mil por danos morais e estéticos a um motoboy que sofreu acidente de trânsito no horário de trabalho. A Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu do recurso da empresa e manteve decisão das instâncias ordinárias da Justiça do Trabalho que concluíram pela responsabilidade objetiva da microempresa no acidente.

O motoboy trabalhava como entregador da microempresa. O acidente ocorreu antes de ele completar um mês no trabalho: numa tarde, perdeu o controle da motocicleta e bateu numa árvore, sofrendo pancada na cabeça seguida de dores intensas. Os ferimentos resultaram em danos estéticos.

No período em que esteve afastado por auxílio-doença, a empresa o demitiu por telegrama, razão pela qual ingressou com reclamação trabalhista. Na inicial, disse que a atividade desenvolvida pela empresa – tele-entrega com motocicletas -, por sua natureza, deveria ser enquadrada como atividade de risco, pelo grau de probabilidade de provocar dano a seus empregados, atraindo, no caso de dano, a responsabilidade objetiva, prevista no artigo 927 do Código Civil. Também anexou ao processo fotografias e laudo médico pericial para comprovar os danos estéticos, requereu indenização por danos morais e estéticos de R$ 15 mil, entre outros pedidos.

O juiz da 3ª Vara do Trabalho de Porto Alegre (RS) entendeu que o trabalho que expõe o empregado, com jornadas longas, ao trânsito em grandes cidades com o uso de motocicleta caracteriza atividade de risco. A sentença deferiu a indenização por danos morais, mas arbitrou seu valor em R$ 5 mil.

Ao examinar recurso, o Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) manteve o entendimento. O acórdão menciona o boletim de ocorrência anexado ao processo, indicando que o motoboy conduzia a motocicleta em pista de asfalto molhada. Alegando que sua responsabilidade é subjetiva e que não concorreu com culpa para o acidente, a microempresa interpôs recurso ao TST requerendo a exclusão da condenação.

A Turma seguiu o voto da relatora, desembargadora convocada Maria Laura Franco de Faria. Ela não conheceu do recurso nesse ponto, pelo fato de a microempresa ter se limitado a indicar violação ao artigo 186 do Código Civil e divergência jurisprudencial, quando, por se tratar de processo submetido ao rito sumaríssimo, o recurso de revista só poderia ser admitido por contrariedade a súmula de jurisprudência e/ou violação direta à Constituição Federal, a teor do artigo 896 da CLT.

Processo: RR-185-63.2010.5.04.0030

(Lourdes Cortes /CF)

Detran credencia empresas para formação de mão de obra para autoescolas; fato é comemorado



A partir de agora, as empresas que compõem o chamado Sistema “S” (Sest e Senac) estão autorizadas a oferecer cursos para instrutor de trânsito, diretor geral de Centro de Formação de Condutores, examinador de trânsito e instrutor de curso especializado, além de cursos para mototaxistas e motofretistas.

O credenciamento dessas empresas foi autorizado por meio de uma portaria do diretor superintendente do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Rodrigo Carvalho, publicada no Diário Oficial do dia 12 deste mês.

A medida visa capacitar profissionais para a atuação junto aos Centros de Formação de Codutores (antigas autoescolas) e foi comemorada pela Associação das Empresas Credenciadas de Formação de Condutores.

Segundo o presidente da AECFC-PB, Eduardo Feitosa, ao autorizar a realização dos cursos por empresas terceirizadas, o Detran está ajudando a abrir cerca de 1.500 vagas de emprego em mais de 70 Centros de Formação de Condutores existentes na Paraíba. Ele revelou que o setor vinha enfrentando dificuldades para a contratação de funcionários, problema que será sanado com os cursos, que vão garantir mão de obra qualificada.

Biometria – O superintendente do Detran, Rodrigo Carvalho, adiantou que, brevemente, o Detran estará exigindo dos Centros de Formação de Condutores a implantação da biometria (identificação dos candidatos através da impressão digital). O sistema, que já é utilizado na identificação dos candidatos durante a realização das provas, agora vai permitir o controle da freqüência dos alunos durante as aulas teóricas e práticas.

Rodrigo Carvalho lembrou que o Detran vem adotando várias medidas para tornar mais rigorosa a avaliação dos candidatos à Carteira Nacional de Habilitação (CNH).


Secom-PB

Especialista fala sobre falta de formação adequada e deficiência na fiscalização de motociclistas




Rápidas, práticas e baratas. Essa combinação tem sido responsável pelo aumento vertiginoso da frota de motocicletas em todo o país, porém o número de pessoas habilitadas a conduzi-las não tem crescido com a mesma velocidade. É o que apontam estatísticas do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) deste ano. Com mais de 15 milhões de motocicletas espalhadas por todo o Brasil e menos de 1,5 milhão de habilitações na categoria “A”, a matemática do trânsito segue subtraindo vidas a cada dia, também por conta do despreparo dos condutores.

Na terceira reportagem da Série Motociclistas, a Perkons ouviu o especialista Eduardo Biavati sobre a formação e o comportamento daqueles que optaram pela motocicleta como meio de transporte, seja como instrumento de trabalho ou lazer. E, ainda, daqueles que ignoram as leis e pilotam sem habilitação.

De acordo com o Ministério da Saúde, acidentes de trânsito têm sido responsáveis pela morte de milhares de brasileiros, principalmente motociclistas. Em nove anos, de 2002 a 2010, o número de pessoas que morreram vítima de acidente com moto cresceu quase três vezes no país, o que acendeu a luz de alerta para a sociedade.

Atualmente, os Centros de Formação de Condutores (CFC) oferecem ao candidato à habilitação de motocicletas (veículo motorizado de duas ou três rodas, com ou sem carro lateral) 45 horas de curso teórico e 20 aulas práticas de 50 minutos cada. “Embora tenham aulas práticas e orientação atualizada, esses condutores não têm tempo de testar a si mesmos em situações de conflito. E são estes os casos mais frequentes em centros urbanos”, explica Eduardo Biavati, mestre em sociologia e especialista em trânsito.

Para os motociclistas que transportam passageiros (mototaxista) ou entregam mercadorias (motofretista), as exigências vão um pouco além. Estes profissionais devem ter pelo menos 21 anos e, no mínimo, dois anos de habilitação na categoria “A”. Devem, também, ter sido aprovados em curso de 30 horas-aula com 100% de frequência e 70% na avaliação final. “Temos que considerar todas as exigências da lei como importantes avanços e que trouxeram segurança jurídica aos profissionais, mas não podemos nos iludir que elas transformarão o quadro geral de risco que presenciamos hoje”, pontua Biavati. Até porque, segundo o especialista, grandes cidades como São Paulo têm uma realidade complexa. “Há pouco tempo, a cidade de São Paulo tinha cerca de 100 mil motofretistas e menos de 10 mil eram cadastrados pela prefeitura. Como garantir maior segurança diante desse cenário?” questiona.

Formação de condutores não acompanha as mudanças no trânsito

Apesar de parecer óbvia, a relação entre crescimento da frota e aumento do número de mortes não pode ser feita com tanta facilidade. “O aumento da frota de motocicletas pode até nos dar um panorama geral das mortes no trânsito, mas não justifica o crescente número de acidentes. Em países da Europa, por exemplo, a frota também aumenta e nem por isso aumentam as mortes no trânsito”, argumenta. Além disso, no Brasil, o número de mortes envolvendo motociclistas tem crescido numa proporção muito maior que o aumento do número de motocicletas.

São diversos os fatores que contribuem para a mudança de configuração que se percebe atualmente no trânsito brasileiro com tantas mortes. E uma delas volta ao ponto inicial de discussão: a discrepância entre os números de habilitações e de motocicletas no país. “Isso é um indicador da ausência de fiscalização. E é difícil mesmo, até por uma questão operacional. Ainda não entrou no radar dos órgãos de trânsito a preocupação com a fiscalização de motos”, diz o especialista em trânsito Eduardo Biavati acrescentando que “em muitos casos, os órgãos recuaram depois de perceber certas dificuldades. É complicado para um fiscal de trânsito aplicar multa pela questão do tamanho reduzido da placa das motocicletas, por exemplo”.

As maiores vítimas de acidentes de trânsito ainda são os mais frágeis - os pedestres -, mas isso pode mudar em breve. “Frear a mortandade de motociclistas, que em poucos anos deve ultrapassar a de pedestres, vai exigir um esforço muito grande da sociedade. Teríamos que contar com um trabalho de fiscalização muito maior e talvez fosse necessário, inclusive, modificar a legislação no sentido de a venda de motocicletas ser permitida apenas a pessoas com habilitação”, defende Biavati.

E atrelada à deficiência da fiscalização está a carência da formação. Apesar das mudanças pelas quais o trânsito passou nas últimas décadas, não houve grandes modificações no modo de ensinar novos condutores. Somente o aumento da carga horária nos cursos de formação não é garantia de que eles terão mais qualificação. “Poderíamos exigir mais experiência dos motociclistas ou seguir exemplos de alguns países que criaram etapas para a habilitação. Eles atrasam a formação desses condutores, exigindo que eles passem por fases, porque a chance de se envolver em acidentes diminui com o tempo”, ressalta.

E não só de motociclistas se faz o trânsito. Para Biavati, o ensino nos centros de formação também deve apresentar essa nova realidade aos futuros motoristas. “Se antes a moto era um segundo veículo para muitos, hoje ela é a primeira opção de muita gente. E o que vemos são motoristas recém-habilitados que não aprenderam a respeitar o espaço das motocicletas. Eles saem das autoescolas sem a noção de que são responsáveis pelos mais frágeis”, conclui.

Sobre a Perkons
A Perkons é uma empresa especializada em tecnologia para segurança e gestão integrada de tráfego. A Perkons tem experiência em fiscalização eletrônica de trânsito e foi pioneira neste mercado no país com a invenção da lombada eletrônica em 1992.

Hoje, sua atuação é voltada para o desenvolvimento de produtos e projetos que ofereçam soluções tanto para a segurança quanto para uma gestão completa do trânsito. A experiência acumulada nestes 18 anos permite a empresa oferecer um mix de produtos e serviços que auxiliam os gestores públicos no planejamento urbano e gestão de tráfego. Entre as expertises da empresa está a elaboração de estudos e projetos que auxiliam na tomada de decisões para a conquista de um trânsito mais fluido e seguro. Todo o trabalho desenvolvido pela empresa tem base em uma estrutura tecnológica que permite o acompanhamento do trânsito em tempo real, fiscalização de infrações, contagem de fluxo e identificação da frota por categoria e tamanho. A reunião dessas informações oferece aos gestores um raio x completo do trânsito e do comportamento do motorista

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Polícia faz operação para tirar mototaixstas irregulares das ruas de Petrolina

Publicado em 16.04.2012, às 07h28


Do NE10Núcleo SJCC/Petrolina

Um operação realizada nesse fim de semana pela Polícia Militar de Petrolina, sertão de Pernambuco, resultou na abordagem de 893 pessoas, sete notificações, 565 veículos abordados e cinco apreendidos e uma pessoa encaminhada para a delegacia da polícia Civil.

A ação, que contou com a parceria da Empresa Petrolinense de Trânsito e Transporte Coletivo (EPTTC) e Guarda Municipal, teve como principal alvo a fiscalização do serviço de mototáxi neste município sertanejo. Blitzes foram realizadas simultaneamente em várias partes da cidade, a exemplo das avenidas Monsenhor Angelo Sampaio, Clementino Coelho, Simão Durando (bairro São Gonçalo), Avenida Honorato Viana e Bernardino Coelho (José e Maria).

“Essa operação é fruto de um levantamento do serviço de inteligência que indicou a existência de muitos motociclistas atuando como mototaxistas, ou seja, exercendo a atividade de maneira irregular, sem o devido credenciamento”, enfatiza o responsável pelo Comando de Policiamento do Sertão II, tenente coronel Carlos Pereira.

Além do efetivo do 5º Batalhão da PM, a operação contou ainda com o reforço de militares de Cabrobó (2ª Companhia Independente) e de Santa Maria da Boa Vista (7ª Companhia). “A ação chegou tanto para o mototaxista legalizado, quanto àquele que age de maneira clandestina. É uma questão preventiva, inclusive abordamos passageiros. Quem for flagrado na atividade clandestina vai para a delegacia da policia, porque é uma contravenção penal”, explica o oficial.

 

Regularização de moto-táxis pode sair após reunião

Alternativa popular para quem depende de transporte público, o mototaxi se tornou uma opção a mais para a população de Belém, principalmente em bairros periféricos. Walwylen Santos, 28 anos, morador do Tapanã, espera que a reunião do Sindicato dos Mototaxistas do Pará (Sindmapa) com a CTBel, que deverá ocorrer segunda-feira (16), tenha como resultado a regularização da profissão.

“Às vezes eu pego mototaxi pra chegar mais rápido em casa. É uma boa alternativa, eu acho que com a regularização o transporte vai ficar mais seguro”, afirma o pedreiro. José de Ribamar da Silva, presidente do Sindicato dos Mototaxistas, afirma que a regulamentação da profissão dará mais segurança, não só ao mototaxista, mas também ao usuário do transporte. “Nós perdemos muitos passageiros por medo e insegurança. A população não consegue identificar quem é realmente mototaxista. A categoria acaba marginalizada.”, afirma o presidente do Sindicato. José de Ribamar afirma que os próprios mototaxistas estão tomando medidas para garantir mais segurança à população.

“Nós sabemos que muitos criminosos usam nosso colete. Por isso, nós das entidades estamos até evitando colocar ‘mototaxista’ do lado, nós estamos colocando o nome da própria entidade”, afirma o presidente do Sindicato.

PARTICIPAÇÃO
De acordo com José de Ribamar, as principais pautas de discussão hoje serão a respeito da prestação de serviços de mototaxi no centro da cidade e a participação das diversas entidades em trabalho conjunto com a CTBel.

“As entidades não querem tomar o poder de fiscalização da CTBel, o que nós queremos é trabalhar em conjunto. Além disso, nós não queremos pontos de mototaxi fixos no centro, nossa proposta é a criação de pontos rotativos”, explica o presidente.
Segundo José de Ribamar, em municípios como Muaná e São Sebastião da Boa Vista, já há indícios de que a profissão será regulamentada. “Nós queremos estender a regulamentação para todo o Estado”, afirma o presidente.

Em nota, a CTBel afirma que só irá se pronunciar a respeito da situação dos mototaxistas após a reunião de hoje. (Diário do Pará)

 

Campeonato sobre duas rodas atrai motociclistas de todo o NE

15/04/2012 16:46:00

Pilotos atraíram a atenção do público, na Pajuçara

II Etapa do Circuito Nordeste de Wheeling aconteceu em AL, neste domingo; final será em 05 de junho, em SE

Manobras radiciais, equilíbrio sobre duas rodas e candidatos disputando um vitória. Assim aconteceu, durante este domingo (15), a II Etapa do Circuito Nordeste de Wheeling, que teve como palco a Praça Multieventos, no bairro da Pajuçara. Dezenas de motociclistas participaram da competição e garantiram vaga para a final da disputa, prevista para ocorrer em julho deste ano.

O evento foi promovido pela Federeção Nordestina de Wheeling. Ao todo, cerca de 30 motociclistas participaram da II Etapa do Circuito e, diante dos jurados, realizaram manobras sobre suas motos. Os cocorrentes tiveram que mostrar que dominam o veículo, que possuem equilíbrio sobre ele e, ainda, interagir com o público.

Stanley Botto, que concorreu na categoria profissional, há três anos disputa competições em nível de Nordeste. Em 2011, ele conquistou o vice-campeonato nordestino de Wheeling, disputando a medalha pelo estado de Alagoas. Agora em 2012, sua meta é conquistar o 1º lugar. “Estou treinando para isso. Já estou classificado para a etapa final e, se Deus quiser, voltarei para casa com o troféu”, disse ele.

De acordo com Júlio César da Silva, presidente da Federação, cada etapa reúne profissionais nas categorias amador e profissional e o objetivo da competição é estimular o esporte sobre motos. “É um espetáculo bonito, mas que tem que ser feito com responsabilidade e muito treino. Queremos que a modalidade Wheeling se torne conhecida e que as pessoas possam admirar o trabalho dos motociclistas”, declarou.

O dia ‘D’ em Aracaju

A última disputa ocorrerá em Segipe, no dia 05 de julho próximo. Dela, deverão participar cerca de 20 pilotos, representando os estados de Alagoas, Sergipe, Bahia e Pernambuco.

Janaina Ribeiro

 

Regularização de moto-táxis pode sair após reunião

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Alternativa popular para quem depende de transporte público, o mototaxi se tornou uma opção a mais para a população de Belém, principalmente em bairros periféricos. Walwylen Santos, 28 anos, morador do Tapanã, espera que a reunião do Sindicato dos Mototaxistas do Pará (Sindmapa) com a CTBel, que deverá ocorrer segunda-feira (16), tenha como resultado a regularização da profissão.

“Às vezes eu pego mototaxi pra chegar mais rápido em casa. É uma boa alternativa, eu acho que com a regularização o transporte vai ficar mais seguro”, afirma o pedreiro. José de Ribamar da Silva, presidente do Sindicato dos Mototaxistas, afirma que a regulamentação da profissão dará mais segurança, não só ao mototaxista, mas também ao usuário do transporte. “Nós perdemos muitos passageiros por medo e insegurança. A população não consegue identificar quem é realmente mototaxista. A categoria acaba marginalizada.”, afirma o presidente do Sindicato. José de Ribamar afirma que os próprios mototaxistas estão tomando medidas para garantir mais segurança à população.

“Nós sabemos que muitos criminosos usam nosso colete. Por isso, nós das entidades estamos até evitando colocar ‘mototaxista’ do lado, nós estamos colocando o nome da própria entidade”, afirma o presidente do Sindicato.

PARTICIPAÇÃO

De acordo com José de Ribamar, as principais pautas de discussão hoje serão a respeito da prestação de serviços de mototaxi no centro da cidade e a participação das diversas entidades em trabalho conjunto com a CTBel.

“As entidades não querem tomar o poder de fiscalização da CTBel, o que nós queremos é trabalhar em conjunto. Além disso, nós não queremos pontos de mototaxi fixos no centro, nossa proposta é a criação de pontos rotativos”, explica o presidente.

Segundo José de Ribamar, em municípios como Muaná e São Sebastião da Boa Vista, já há indícios de que a profissão será regulamentada. “Nós queremos estender a regulamentação para todo o Estado”, afirma o presidente.

Em nota, a CTBel afirma que só irá se pronunciar a respeito da situação dos mototaxistas após a reunião de hoje. (Diário do Pará)

 

PRESIDENTE DO SINDIMOTOS DE CRATO REPUDIA NOTÍCIA MENTIROSA

 

Prezados Senhores,

Não poderia deixar de comentar mais uma vez esta notícia MENTIROSA sobre os cursos dos mototaxistas. A verdade é bem diferente desta que está no seu mural, como também no cariri notícia. É uma pena que existam pessoas como o Sr.Carlos Alberto Molão que se apropria das ações de outras pessoas para se dar bem e achar que tem direito de enganar não só a categoria, mas também, aos jornalistas. Não é de hoje que este elemento mente nas rádios e jornais como o Diário do Nordeste, afirmando que foi uma iniciativa da Associação em lutar pelos referidos cursos. A VERDADE É A SEGUINTE:

Deixo aqui registrado a minha indignação com a atitude de pessoas que se apoderam das ações dos outros. Estes cursos foram solicitados através do SINDIMOTO/CRATO por mim, Fátima Canejo, para os mototaxistas da região do cariri, Crato, Juazeiro, Barbalha, etc. O Sr.Carlos Alberto Molão da Associação não teve participação nenhuma nesta negociação. É MUITA CARA DE PAU! É UMA PENA.

Este mesmo cidadão já esteve dando entrevista no Jornal Diário do Nordeste e nas rádios locais de Crato, que estes cursos foram solicitados através da sua Associação. LAMENENTO PROFUNDAMENTE A ATITUDE DESTE CIDADÃO e faço questão de publicar na íntegra esta reportagem postada pelo Cariri Notícia e MURAL CARIRI.

Fico feliz que estes profissionais estejam sendo qualificados, mas, este mérito foi conquistado por mim com a ajuda da Sra.Ariadne do SINE/Crato através de correspondências enviadas ao Secretário Dr.Leitão com recursos do FAT e parceria com SEST/SENAT. Estivemos com o Dr.Leitão e o Sr. Lafayete responsável pelos cursos, durante visita do governo itinerante na cidade de Juazeiro do Norte. Caso, o responsável por publicar esta matéria, queira mais alguma informação verdadeira, é só entrar em contato comigo ou procurar a Sra.Ariadne do SINE/Crato para confirmar a veracidade do que digo.

Gostaria imensamente que este comentário fosse postado no seu mural, como também, no cariri notícia, pois a população precisa ficar ciente da verdadeira história. Não quero discutir aqui o merecimento e sim não ficar calada diante destas atitudes inescrupulosas. Caso queiram mais informação para fazer uma reportagem completa, estou ao inteiro dispor.

Tenho correspondências e e-mails trocados com o Sr.Lafayete responsável pelos cursos em todo estado do Ceará.

Postei esta matéria no meu blog, como também este comentário. Está em rede. Confira: www.mototaxistasdobrasil. blogspot.com

Estou enviando matéria para o Sr.Lafayete e o Diretor do SEST/SENAT Sobral. Procure saber da verdade indo ao SINE falar com a Sra. Ariadne. Ela poderá confirmar tudo. Não deixe passar em branco. A imprensa deve ser IMPARCIAL.
Atenciosamente,

Fátima Canejo

FONTE: MURAL CARIRI

 

Condutor guarda moto em central de mototáxi e ela é furtada

Por: Radar Notícias - Data: 16/04/2012 - 07:37:30

O proprietário de uma moto Dafra está a procura do veículo que foi furtado na madrugada do sábado (14). De acordo com amigos da vítima, a moto foi guardada, na noite da sexta-feira (13), dentro de uma central de mototáxi no bairro Mangabinha, local onde o condutor já trabalhou. No dia seguinte, ao procurar o veículo, constatou que ele não estava mais no local.

A moto é da cor prata, placa JRX 5244, Itabuna-Ba. Quem tiver informações, pode ligar e denunciar no número 197 da Polícia.

 

Caminhão e mototáxi colidem-se em Santa Maria

Fato ocorreu na tarde de sábado, no Centro

No início da tarde de sábado, um mototáxi e um caminhão colidiram-se na Rua Henrique Dias com Doutor Pantaleão, no Centro. Segundo testemunhas do acidente, o caminhão teria entrado na contramão - da Rua André Marques para a Henrique Dias -, quando bateu na motocicleta. O condutor, Nilton Alexandre Castilhos, 36 anos, e o carona, Henrique Neves Ribeiro, 12, tiveram apenas escoriações, segundo os bombeiros.

 

sexta-feira, 20 de abril de 2012

A Secretaria do Planejamento e Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente do Município (SPLAM


A Secretaria do Planejamento e Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente do Município (SPLAM) iniciou na sexta-feira, dia 13 de abril, a campanha “Mototáxi Pirata: não se deixe levar”. A intenção é alertar a população sobre os riscos da utilização dos serviços de mototaxistas não cadastrados pela Prefeitura.

Por meio do telefone 3611-7608, a população pode denunciar os mototaxistas irregulares, conhecidos como “piratas” que, apesar da fiscalização do poder público, continuam desrespeitando a lei, colocando em risco os usuários desse serviço.

De acordo com a SPLAM, as pessoas que atuam na clandestinidade ocupam os espaços reservados aos mototaxistas profissionais. Estes são legalizados no Município e trafegam regularmente nas ruas com adesivos e devidamente identificados com crachás fornecidos pela Prefeitura de Sobral.

Assessoria de Comunicação Prefeitura de Sobral

 

SJC: Jovens e motociclistas são os que mais sofrem acidentes de trânsito

 

Vítimas da imprudência no trânsito de São José; campanha alerta motoristas

 

Uma pesquisa em São José dos Campos mostra que jovens e motociclistas são as principais vítimas de acidentes de trânsito. E outro dado importante: quase metade dos casos acontece nos fins de semana por causa da imprudência. Por isso, uma campanha está sendo feita na cidade na formação de motoristas. Para mostrar como os acidentes podem deixar sequelas.

Há diversas histórias de vítimas de acidentes de trânsito entre os pacientes de uma clínica de reabilitação da prefeitura. Eles tentam curar as sequelas deixadas por acidentes no trânsito. “Quando era motoboy, nunca imaginei que fosse acontecer comigo”, comentou um dos pacientes.

No ano passado, 40% das pessoas envolvidas em algum tipo de acidente em São José dos Campos eram jovens. Tinham entre 18 e 29 anos. No topo da lista, estão homens a bordo de motocicletas. A causa para quase todos os acidentes é sempre a mesma... “A imprudência é um dos maiores fatores. Baladas nos fins de semana, então o jovem é mais inexperiente, né”, comentou Elizabeth Kiraly, coordenador do programa de reabilitação.

E são justamente os jovens os alvos da campanha municipal. O alerta vem numa hora importante. Quando ainda estão se preparando para pegar a carteira de motorista. Tudo feito de um jeito bem real para os alunos, com vídeos de acidentes e até uma demonstração de próteses. “São fraturas graves e nem sempre é reabilitar a função que você perdeu”, contou Márcio Ogassawara, fisioterapeuta.

Em Taubaté, segundo a Polícia Militar, o número de acidentes de moto nos três primeiros meses desse ano teve aumento de quase 40% em relação ao mesmo período do ano passado. Passou de 125 para 171

 

Bauru e Lins adotam revestimento de asfalto nas ruas de paralelepípedo

Substituição tem gerado opiniões favoráveis e contrárias.
Especialistas apontam as vantagens e desvantagens de cada um.

Do G1 Bauru e Marília

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Em Bauru, SP, as ruas que possuem paralelepípedo estão sendo pavimentadas. A cobertura dos blocos pela massa asfáltica divide opiniões. Segundo os especialistas em pavimentação, o asfalto é mais comum em vias de alta velocidade porque é mais aderente nos períodos de chuva, mas a desvantagem é a baixa durabilidade e a necessidade do recapeamento.

Já o paralelepípedo é duradouro e resistente, além de absorver mais água e não causar impacto ambiental. O engenheiro Carlos Daré concorda que o novo formato de pavimentação adotado na cidade vem agradando a população, mas, do ponto de vista ambiental, o paralelepípedo é mais adequado. “A vegetação que cresce entre os blocos faz com que a sensação térmica do calor seja menor em cinco graus, por causa da diminuição da irradiação solar. Por isso, é um piso bastante interessante para vias de velocidade reduzida”, afirma.

Para maioria dos motoristas o asfalto é mais seguro. “Acredito que asfalto tem menos riscos, é mais fácil de passar com o carro ou moto”, afirma o técnico em administração Leandro Martim. “No paralelepípedo, a moto fica mais instável”, acredita o motoboy Marcos de Souza.

Até agora 16 ruas já receberam o novo asfalto na cidade. Segundo a prefeitura, o processo melhora o trânsito nas vias e tem um custo reduzido. “Nós aplicamos o asfalto em cima do paralelepípedo para evitar a remoção do material, além da remoção das galerias de esgoto que já existem no local. Por um lado perdemos material, o ideal seria a recomposição, mas, no momento isso não é possível, destaca o secretário de Obras, Eliseu Areco.

O mesmo trabalho tem sido feito em Lins. O secretario de desenvolvimento da cidade, Israel Antônio Alfonso, afirma que a nova pavimentação atende a uma reivindicação antiga feita pelos moradores da cidade. E que o asfalto também vai contribuir para melhorar a sinalização da cidade.

“As vantagens são inúmeras. Primeiro na segurança no trânsito com a sinalização de solo, o paralelepípedo não é possível a absorção da tinta como no asfalto. Outra vantagem é em relação ao prédios que ficam nas ruas de paralelepípedo, a trepidação dos veículos por conta dos blocos, especialmente os mais pesados, acaba afetando e causando rachaduras nos imóveis”, explica.

Mas, tem morador que prefere o paralelepípedo. “É certo que a pavimentação é mais confortável para o motorista, mas, temos que pensar no impacto ambiental. O paralelepípedo é mais correto do ponto de vista ambiental, é menos calor e a água da chuva é mais absorvida, evitando alagamentos”, acredita o empresário Jorge Pfeifer.

Em Lins, oito trechos passarão pelo processo de pavimentação em ruas que tenham paralelepípedos, mas a secretaria de desenvolvimento garante que acessos como o da Rua Ceará terão o valor histórico preservado. “Onde houver história, nós vamos preservar. Temos certeza absoluta que o trabalho que estamos fazendo não prejudica o meio ambiente”, completa o secretário de desenvolvimento.


Dê a sua opinião também sobre a cobertura das ruas de paralelepípedos com asfalto. Clique aqui e participe da nossa enquete

 

Ação Fiems inicia 1º curso gratuito de mecânico de motocicletas nas Moreninhas

Terça, 17 de Abril de 2012 - 09:29

Fonte: Da Redação
Foto: Divulgação

Aulas no período noturno pelos próximos 45 dias

Ao todo são 16 moradores da região, que terão aulas no período noturno pelos próximos 45 dias

No âmbito do Programa Ação Fiems Campo Grande, o Senai iniciou, na noite de ontem (16/04), na Associação de Moradores do Bairro Moreninha 2, o 1º curso gratuito de mecânico de manutenção de motocicletas para atender a demanda da população da região por essa qualificação profissional. Atualmente, conforme levantamento do Detran/MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul), a Capital conta com um frota de 124.220 motocicletas, ciclomotores, motonetas e triciclos, representando um mercado promissor para quem atua na manutenção desses veículos.

Segundo o coordenador do Ação Fiems Campo Grande, Artur Quintella, como se trata da 1ª turma desse curso no âmbito do Programa, já é um sinal de que o Senai iniciou a diversificação da oferta de cursos profissionalizantes para atender a mais setores e, consequentemente, aos anseios da comunidade em geral. “Os alunos que concluírem o curso estarão muito bem preparados para atuar na área de mecânica de manutenção de motocicletas, pois essa capacitação está alinhada com o que há de mais moderno nesse segmento profissional, incluindo a parte tecnológica, ferramental e de equipamentos”, garantiu.

O instrutor do Senai, Lázaro Aparecido Calazans, reforça que o curso possui uma grande demanda devido ao crescimento acelerado do número de motocicletas no trânsito de Campo Grande. “É facilmente notado que, nos últimos dez anos, as motos começaram a ocupar pelo menos 50% da frota de veículos automotores da Capital e, consequentemente, a necessidade por mão de obra qualificada para a manutenção desses veículos aumentou também”, ressaltou.

O presidente da Associação de Moradores da Moreninha 2, Roberto Alcantud, garante que o início do curso é um presente para a comunidade que aguardava ansiosa pelo início dessa iniciativa do Sistema Fiems. “Insistimos em um curso na área de mecânica de motocicletas, pois era um anseio de toda a região, onde a maioria possui moto em casa. É a oportunidade de novos negócios neste setor prosperarem e os nossos moradores poderem abrir seu próprio negócio”, previu.

O curso

O instrutor do Senai informa que o curso é oferecido no período noturno, das 18h30 às 22h30, com carga horária de 180 horas/aulas e conta com uma turma composta por 16 alunos. “Cerca de 70% dos 45 dias de duração do curso é composta por aulas práticas. Nesta parte inicial, vamos apresentar toda a moto, suas partes e o motor, enquanto, em seguida, pretendemos nos aprofundar em cada componente da motocicleta, como freios, elétrica, carburador, combustível e, por fim, finalizamos com todo o funcionamento do motor”, explicou.

Para a moradora Zilene Alvez, 33 anos, que trabalha como vendedora de motocicletas em uma concessionária e é uma das duas mulheres matriculadas no curso, trata-se de uma oportunidade rara a possibilidade de fazer essa qualificação de forma gratuita. “Quero conhecer melhor o produto que vendo. Até porque, também tenho uma moto em casa e, como é um mercado em expansão, quem sabe posso montar minha própria oficina de motocicletas”, ressaltou.

Pintor há 34 anos, o morador Dorival Barbosa da Silva, 62 anos, espera mudar de profissão e trabalhar em algo que lhe de mais segurança. “Sempre gostei de mexer com ferramentas e acho que vou me dar muito bem neste setor. Quero montar meu próprio negócio também”, frisou. O morador Silvio Cesar Dutra Lopes, 26 anos, que faz o curso juntamente com o pai, disse que sempre teve o sonho de receber uma capacitação na área de mecânica de motocicletas.

“Quero muito trabalhar como mecânico de motocicletas, pois tenho certeza que vai dar certo. Finalizando o curso, eu e o meu pai pretendemos abrir uma oficina no bairro” garantiu Silvio Lopes. Já o pai dele, Inácio Lopes, 52 anos, sempre trabalhou como carpinteiro e agora está decido a mudar de rumo. “É a esperança de conseguir mudar de vida, só temos a agradecer a Fiems por essa iniciativa”, disse.

 

Motos rodam a 139 km/h em SP


SÃO PAULO

A moto passou a 139 km/h e não foi em uma rodovia deserta, longe da fiscalização. Foi na cidade de São Paulo, na Avenida Paulo VI, no Sumaré, zona oeste, às 10h54 de uma segunda-feira. Acabou flagrada por um dos novos radares-pistola da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Os equipamentos monitoram a velocidade de motocicletas desde o fim do mês passado. O episódio da Paulo VI, cujo limite é de 60 km/h, não é raro. Estatísticas da CET revelam que flagrantes parecidos foram registrados em outras vias da Capital.

Nas últimas três semanas, motociclistas acima de 120 km/h foram observados também na Marginal do Pinheiros (onde o limite é de 70 km/h na pista local e de 90 km/h na expressa) e nas Avenidas dos Bandeirantes (60 km/h), na zona sul, e Luiz Dumont Villares (60 km/h), na zona norte. Todos esses motociclistas flagrados em alta velocidade pela fiscalização em horários comerciais de dias úteis levarão multa gravíssima, de R$ 574,62, e terão o direito de dirigir suspenso.

O consultor Horácio Augusto Figueira, mestre em Transportes pela Universidade de São Paulo (USP), classifica de "criminoso e suicida" o ato de trafegar tão rápido. "Essas pessoas são, no mínimo, irresponsáveis. Não têm consciência de que estão inseridas em uma civilização". Figueira defende punições mais rigorosas e diz que a Polícia Militar poderia, em parceria com a CET, parar o veículo imediatamente após o flagrante. Ele também avalia que a CET deveria fiscalizar o trânsito nas madrugadas e aos fins de semana.

O órgão, porém, não tem planos para ampliar a atuação e mantém a fiscalização nos dias úteis, pela manhã e no fim de tarde. "Ainda estamos fazendo a adequação e o treinamento (dos agentes) e analisando os relatórios para, só depois, expandir o projeto", diz Dulce Lutfalla, assessora de Fiscalização da CET.

De acordo com Dulce, as motos identificadas pelos radares-pistola não são de pouca potência - como as de 125 cilindradas, muito usadas por motoboys. A CET não divulgou, porém, os modelos flagrados. "Provavelmente, os condutores são pessoas pós-graduadas, talvez executivos, que ganham bem para ter motos que consigam chegar a tais velocidades", diz Figueira.

O presidente do Sindicato dos Mensageiros, Motociclistas, Ciclistas e Mototaxistas de São Paulo (Sindimoto-SP), Gilberto Almeida dos Santos, repreende os excessos, "seja lá de quem for". "Com uma velocidade dessas, nem na estrada se pode andar", diz o sindicalista.

 

Londrina abre 50 vagas para mototaxistas

Interessados já podem comparecer a partir desta quinta-feira (19) na sede da CMTU, para se insrever

Redação Bonde com assessoria de imprensa

A Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) abre nesta quinta-feria (19) um novo edital, para incluir 50 novos mototaxistas legalizados em seu sistema operacional. Os interessados devem comparecer na sede da Companhia, localizada na rua Professor João Cândido, 1.213, até o prazo final estipulado, dia 18 de maio. O setor de protocolo funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

De acordo com o diretor de Trânsito da CMTU, Wilson de Jesus, a abertura de novas vagas é mais uma oportunidade para proceder com a atividade devidamente legalizada. "Por direito, todos devem exigir que o transporte seja efetuado com um mototaxista cadastrado. É um risco muito grande realizar uma viagem com alguém que não atende as exigências da lei", afirmou.

Ele lembrou que no último chamamento, ocorrido de 23 de janeiro a 29 de fevereiro, a procura foi baixa, sendo que das 50 vagas ofertadas, apenas 12 foram preenchidas. "Existe sempre a alegação de que a CMTU não oferece as vagas. Mas, quando se verifica o número de vagas ofertadas, com o número de interessados, é constatada uma realidade bem diferente", declarou o Wilson de Jesus.

Após apresentação de documentos, se aprovado, o interessado será informado quando deverá apresentar a motocicleta para vistoria. Sendo aprovada, deverá ser recolhida e paga a taxa de vistoria, no valor de R$ 30,38, e a emissão de carteira de condutor, de R$ 15,18. Posteriomente, os interessados serão cadastrados como mototaxistas, podendo exercer a atividades ligadas a Central de Mototáxi.

Wilson de Jesus também alertou como identificar um motoxista de acordo com a lei. "O trabalhador legalizado utiliza colete padronizado e capacete vermelho. Sua motocicleta tem capa no tanque e placa vermelha, que indica um veículo de aluguel. Ele ainda deve portar em seu colete, de forma visível, a Carteira de Condutor com foto, dados pessoais e da motocicleta, além do prazo de validade", ressaltou.

Atualmente, a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) conta com 452 mototaxistas devidamente cadastrados e 55 centrais.

Pré-requisitos e documentação do veículo:

- Certificado de Registro de Veículo (CRV) licenciado no município de Londrina

- Tempo máximo de uso de cinco anos

- Documentação completa e atualizada

- Potência mínima de 125 cilindradas e máxima de 250 cilindradas

- Alça metálica traseira, na qual possa segurar o passageiro

- Cano de escapamento revestido por material isolante térmico

- Dois retrovisores

- "Mata-Cachorro" dianteiro

Pré-requisitos e documentação do Condutor:

- Avaliação psicopedagógica

- Registro Geral (RG) e CPF

- Carteira Nacional de Habilitação (CNH), categoria "A", com pelo menos um ano de permissão

- Consulta de pontuação da CNH

- Comprovante de residência no município de Londrina

- Certidão negativa criminal (Fórum)

- Duas fotos 3x4 recentes e datadas

 

Moradores de Mirassol, SP, sofrem com falta de transporte público

 

 

Moradores de Mirassol, SP, sofrem com falta de transporte público
Há dois anos, município não conta com ônibus para fazer o transporte.
Sem carro ou moto, moradores apelam para a bicicleta para ir trabalhar.

 


Moradora de Mirassol precisa andar de bicicleta para ir trabalhar

 

Os moradores de Mirassol (SP) sofrem diariamente com a falta de transporte público no município. Quem não tem um veículo para se locomover, precisa caminhar quilômetros todos os dias. A bicicleta também é opção para quem não tem um carro.

 

A vigilante Cláudia Santos atravessa vários bairros até chegar ao emprego. Ela enfrenta 12 horas de expediente e depois pega a bicicleta de novo para voltar para casa. “Chego totalmente cansada no trabalho e depois de uma jornada de dia inteiro do trabalho, tenho serviço em casa ainda para fazer. É uma vergonha não ter ônibus em Mirassol”, afirma.

 

Há dois anos, quem não tem carro ou moto na cidade enfrenta muita dificuldade. Quando os ônibus pararam de circular, a diarista Maria Augusta dos Santos começou a pagar mototáxi. O gasto era de R$ 8 por dia, que ela tinha que tirar dos R$ 50 que ganha como diarista. O jeito foi comprar uma bicicleta. “Chega em alguns pontos que eu tenho de empurrar a bicicleta e passar pela linha de trem até chegar ao meu destino. Fico muito cansada”, disse.

 

A manicure e cabeleireira Amália Ribeiro, de 74 anos, também tem que andar de bicicleta para trabalhar. “Eu me canso bastante, à tarde o sol é muito quente e é muita subida. Queria um transporte público para me ajudar", contou.

 

Segundo o Estatuto do Idoso, toda pessoa com mais de 65 anos tem direito ao transporte público de graça. A Constituição Federal também garante que todo município é obrigado a oferecer transporte à população.

 

Em Mirassol, quase não têm mais pontos de ônibus, os poucos que ainda existem estão abandonados, com bancos enferrujados e ainda sofrem com a ação de vândalos.

 

O prefeito de Mirassol, José Ricci Júnior, disse que desde 2010 abriu cinco licitações e nenhuma empresa se interessou em prestar o serviço. “Os motivos alegados é que são muitos buracos nas ruas, o que já resolvemos. Outro motivo é que mais de 60% da demanda seria de idoso e não seria lucrativo o serviço para as empresas”, diz o prefeito.

 

O prefeito enviou projeto à Câmara Municipal para municipalizar o transporte, mas a lei não foi aprovada. Ricci decidiu agora que vai publicar um decreto para a prefeitura assumir a responsabilidade. “Já compramos três ônibus. Temos obrigação constitucional de prestar o serviço e não podemos fugir disso”, garantiu.

 

Issao Mizoguchi, primeiro presidente brasileiro da Honda

19 de Abril de 2012

Issao Mizoguchi, primeiro presidente brasileiro da Honda

 

 

 

Aldo Tizzani

Issao Mizoguchi, primeiro presidente brasileiro da Moto Honda da Amazônia, foi educado dentro da tradicional cultura oriental. Com a mãe brasileira (nissei) falava português; já com o pai, que veio da pequena Província de Yamagushi, se comunicava em japonês.

Nascido e criado em São Bernardo do Campo (SP), o palmeirense Mizoguchi de 52 anos teve como principal combustível para seu crescimento profissional o desafio.

Recém-formado em engenharia mecânica, o jovem Issao desembarcou na fábrica da Moto Honda da Amazônia, em Manaus (AM) , em 1985. De cara foi incumbido de criar o departamento de engenharia de produto dentro da montadora, depois participou da criação do departamento de pesquisas. Na fábrica da Honda, Issao Mizoguchi trabalhou em praticamente todos os departamentos.

Conhece como poucos os processos produtivos e também a filosofia de trabalho imputada pelo fundador da marca, Shoichiro Honda, que pregava o respeito e a valorização do material humano.

Em 1º de abril, o primeiro presidente brasileiro da Honda assumiu o posto e já começava a escrever um novo capítulo de sua vida profissional que, em muitos momentos, se confunde com a própria história da Honda no meio da selva amazônica.

Issao Mizoguchi, que está muito empolgado com seus novos desafios, disse em sua primeira entrevista oficial que seu legado será o de preparar outros executivos brasileiros para seguir à frente da maior fabricante de motos do Brasil.

Confira abaixo os principais trechos dessa entrevista exclusiva que Issao Mizoguchi concedeu à Infomoto. O executivo falou da como se sente honrado em dirigir a Moto Honda da Amazônia, além da ampliação do mercado de duas rodas e de possíveis lançamentos.

– Como o Senhor se sente sendo o primeiro brasileiro a ocupar a presidência da Moto Honda da Amazônia?

Issao Mizoguchi – Minha missão será a de dar a oportunidade para uma nova fase de nacionalização dentro da Honda. Primeiro foi a dos componentes e agora uma gestão brasileira.

Me sinto muito honrado em ser o primeiro presidente brasileiro a assumir este cargo. Algum dia isso iria acontecer. Agora vou trabalhar fortemente para que os próximos gestores também sejam brasileiros. Este trabalho começa agora.

– Qual será seu principal desafio?

Mizoguchi – Contribuir para que o mercado de duas rodas cresça como um todo e que nosso market share se mantenha nos níveis atuais (cerca de 80%). Hoje, a fábrica da Honda em Manaus tem capacidade produtiva de 2 milhões de motos/ano.

– O que efetivamente muda com a sua chegada à presidência?

Mizoguchi – Tenho conhecimento e experiência para agilizar as decisões. Comigo na presidência será mais fácil o acesso de pessoas até mim. Não precisamos mais de intérpretes, intermediários. Hoje falamos a mesma língua. Ou seja, diminuímos os tempo para a tomada de decisão.

– Quais os ensinamentos deixados pelo fundador da Honda – Shoichiro Honda – que o Sr. usa no dia a dia?

Mizoguchi – Respeito aos indivíduos, suas ideias e trabalhar com alegria. Por isso, mais do que nunca estou empolgado para desempenhar bem meu novo papel dentro da companhia. O desafio é o meu combustível.

– Em médio prazo qual será o tamanho do mercado brasileiro de duas rodas?

Mizoguchi – Com relação à distribuição da frota de motocicletas, temos no Brasil 12 habitantes por moto. Na Tailândia essa taxa é de 4 habitantes com moto. Diferentemente de outros países, a Brasil começou a rodar primeiramente sobre quatro rodas e não sobre duas.

Em quatro anos nosso o mercado interno deve ter patamares entre de 3,5 e 4 milhões de motos. Dessa forma atingiremos uma taxa de uma moto para cada oito habitantes.

– Como a Honda irá se manter no topo? Qual é meta de crescimento da fabricante no mercado nacional?

Mizoguchi – Hoje temos linhas de produtos em todas as faixas. Nosso esforço será no sentido para alcançarmos a marca de 3 milhões de motos/ano.

O crescimento estará calçado em produtos com melhor custo/benefício para nossos clientes. Sem uma rede forte não há volume de vendas. Para alcançarmos esta meta temos 1200 pontos de vendas espalhados por todo o País.

– Em função de um provável aumento da demanda, a planta fabril em Manaus (AM) tem para onde crescer?

Mizoguchi – Ainda temos espaço em Manaus para a fábrica crescer. Temos uma área reservada para uma futura ampliação. Tudo depende do aumento da demanda. Mas o investimento em modernização é constante. Temos que investir em qualidade, laboratórios e melhorar os processos produtivos.

– Quais são os principais fatores que podem atrapalhar os planos de crescimento da Honda: a concorrência ou o cenário econômico?

Mizoguchi – O que está determinando, impactando, no negócio não é a concorrência, mas sim o cenário econômico. Hoje os bancos estão cada dia mais restritivos com relação à liberação de crédito para o financiamento de uma motocicleta.

A modalidade consórcio atenua bem estas incertezas, que podem vir dos mercados internos e externos. E uma rede sólida e com boa capilaridade, como a da Honda, faz toda a diferença no volume de vendas.

– Qual a sua avaliação do mercado de motos Premium?

Mizoguchi – Hoje, o mercado premium é bastante competitivo, com produtos de várias marcas e países de origem. Queremos aumentar nossa participação neste importante nicho. Ter um produto de alta cilindrada pode indicar uma ascensão dentro da própria marca.

Atualmente, a Honda tem 73 concessionárias “Dream”, que comercializam produtos acima de 600cc. Nossa meta, em curto prazo, é chegarmos a 100 pontos de vendas.

– Ano passado, a Honda apresentou no Salão de Milão (Itália) a linha NC 700 com uma plataforma única para três modelos e com um motor novo em comum. Essa linha chegará ao Brasil?

Mizoguchi – Para trazermos um novo produto ao consumidor brasileiro, temos que ter responsabilidade. O fabricante precisa fazer vários estudos e adequação do produto ao mercado brasileiro como, por exemplo, gasolina e suspensão para suportar as condições das estradas brasileiras. E isso leva tempo.

O que posso garantir é que há estudos em andamento para o lançamento de novos produtos Honda. Em breve teremos novidades em modelos de baixa cilindrada.

– De que forma a Honda exerce sua responsabilidade social perante seus consumidores no sentido de reduzir acidentes?

Mizoguchi – Temos dois centros educacionais e de trânsito (CETH), um em Indaiatuba (SP) e o outro em Recife (PE). Este ano concluiremos as obras de nosso terceiro CETH, desta vez localizado em Manaus.

O objetivo destes centros é desenvolver instrutores para as concessionárias Honda. Estes profissionais serão agentes multiplicadores que irão preparar melhor os motociclistas para conduzir suas motos com segurança.

Além disso, por meio da Abraciclo (associação que reúne os fabricantes de motos) participamos de ações educativas junto aos órgãos públicos para diminuir os números de acidentes.

Fotos: Arthur Caldeira/Divulgação