terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

NOVA MAMORÉ - Mototaxistas realizam manifestação em frente à prefeitura

Terça-Feira , 14 de Fevereiro de 2012 - 10:36

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Conforme afirmações do prefeito Atalíbio José Pegorini durante reunião com uma comissão de mototáxi sairá no início do mês de março a publicação do edital que dará a concessão a classe. A reunião foi aguçada após a paralisação da classe de mototaxistas que desde as 8h desta segunda-feira (13) fecharam a entrada principal ao pátio do prédio Palácio Pérola do Mamoré.

A classe de mototáxi reivindica o mais rápido a regularização a fim de que possam trabalhar dentro da legalidade. “Somos em torno de 250 pessoas trabalhando, só estamos cobrando a agilidade do Poder Executivo, é muita demora, precisamos de uma estabilidade”, desabafou o mototáxi Francisco Marinho Dantas.

Há cerca de dois anos e meio a classe de mototáxi tem trabalhado nas vias do município, no entanto ainda não foram concedidas as placas para os mesmos. Após a aprovação na Câmara de Vereadores do serviço de mototáxi, houve alguns empecilhos entre a própria classe que preferiu em sua maioria optar pela concessão de placas individuais e não para as cooperativas e associações como havia sido aprovado pelo Poder Legislativo.

O prefeito Atalíbio alega que devido esse impasse dificultou ainda mais com que o processo seguisse adiante. Ainda o prefeito explicou para a comissão que devido a um parecer jurídico levou cerca de um mês para que as providências fossem tomadas conforme exigência.

“Garanto que hoje o processo está na CPLMO, onde uma pregoeira está preparando o edital, inclusive ela esteve em Ariquemes buscando mais informações já que lá houve a concessão. Dou minha palavra, acredito que ocorrerá até antes do dia 1º de março e será publicado o edital para a concessão de placas de mototáxi”, garantiu o prefeito Atalíbio.

Após a reunião os demais membros da classe receberam a informação e decidiram parar o movimento, mas garantiram que se até o próximo dia 1º não for lançado o edital irão realizar uma movimentação maior ainda e sem data para terminar.

Para os mototaxistas Genival Simão Lopes Santos e Jessé Carneiro Filho “faltam 17 dias, já esperamos tanto, o que não aceitamos mais é ser enrolados”, acrescentaram.

 

Vereadora quer cobertura em pontos de moto táxi em Sorriso

 

 

Atualizado 15/02/2012 às 14h01

Os profissionais ficam expostos ao sol e a chuva constantemente

Vereadora quer cobertura em pontos de moto táxi em Sorriso

Como forma de garantir mais conforto aos mototaxistas de Sorriso, a vereadora Jane Delalibera (PR) está sugerindo a Secretaria de Obras da Prefeitura a construção de cobertura nos pontos de moto táxis.

Segundo ela, na região, várias cidades já possuem pontos cobertos para os profissionais e usuários, que ficam constantemente sujeitos à chuva e ao calor excessivo do sol.

“Esta será uma importante benfeitoria para esses trabalhadores e demais pessoas que se utilizam destes serviços, pois proporcionará condições de conforto e bem estar a população”, defende a parlamentar.

Fabiola Ost

Fonte: MT Agora com Assessoria

 

Sindimoto participa da inauguração do Centro Educacional Paulistano de Motociclistas

O SindimotoSP, à convite da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (ABRACICLO), participou do evento que inaugurou o Centro Educacional Paulistano de Motociclistas (CEPAM). O complexo, voltado para a educação de motociclistas, é uma parceria entre a CET e a Abraciclo.


As obras de adequação do espaço aconteçam ainda neste semestre para ser aberto ao público no segundo semestre de 2012. A expectativa de atendimento é de cerca de 20 mil motociclistas/ano.


Criado com o propósito de ser uma referência nacional para a educação de quem se locomove sobre duas rodas, o CEPAM vai funcionar nas instalações do Espaço Vivencial de Trânsito (EVT) Chico Landi, pertencente à CET e localizado na Zona Leste da cidade (Rua Vilela, nº 572, Carrão).


No convênio de cooperação, a ABRACICLO será responsável pela reforma nas dependências do EVT Chico Landi enquanto que a CET responderá pela elaboração dos conteúdos técnicos dos programas educativos e pelo fornecimento das condições de manutenção e funcionamento predial, dentre outras atribuições. Quando pronto, o CEPAM promoverá uma diversidade de ações contínuas e eventos educativos, como treinamentos teóricos e práticos, feiras, exposições, seminários, palestras, congressos e eventos de mobilização e conscientização do motociclista, seja ele um condutor comum ou profissional, também chamado de motofretista.


O SindimotoSP por sua vez, divulgará entre os associados e as empresas de motofrete os cursos e eventos realizados pelo CEPAM. "Essa é uma das formas que temos para diminuir os índices de acidentes e promover à conscientização da categoria para uma pilotagem mais segura", disse Gilberto Almeida dos Santos, o Gil, presidente do SindimotoSP, que encontrou o prefeito Kassab e o secretário de Transportes Municipais Marcelo Branco.

Fonte: SindimotoSP

 

Centro Educacional Paulistano de Motociclistas está para ser inaugurado

Chamado de CEPAM, uma parceria do CET e da Abraciclo...

No país onde em 2011 foi produzida mais de 2 milhões de motocicletas, sendo 92% até 150cc e sendo na grande maioria pilotadas por pessoas que estão buscando alternativa de locomoção, já que o transporte público é de baixa qualidade e os preços de automóveis, despendioso para a maioria da população, um centro educacional para motociclistas foi inaugurado.

Por outro lado, importante parte dessas motocicletas de até 150cc são usadas por motofretistas, também chamados de motoboys, além daquelas usadas por mototaxis, profissão comum no interior do país.

Investimentos na educação são sempre muito bem vindos ao Brasil, principalmente num setor onde educação pode significar salvar vidas, como é a questão do uso responsável de uma motocicleta.

As obras de adequação do espaço aconteçam ainda neste semestre para ser aberto ao público no segundo semestre de 2012. A expectativa de atendimento é de cerca de 20 mil motociclistas/ano, o que equivale a apenas 1% das motos zero quilômetros comercializadas, mas, já é um bom começo e quem sabe, o CEPAM de São Paulo, torne-se referência para outras iniciativas semelhantes em outras cidades brasileiras.

Criado com o propósito de ser uma referência nacional para a educação de quem se locomove sobre duas rodas, o CEPAM vai funcionar nas instalações do Espaço Vivencial de Trânsito (EVT) Chico Landi, pertencente à CET e localizado na Zona Leste da cidade (Rua Vilela, nº 572, Carrão).

No convênio de cooperação, a ABRACICLO será responsável pela reforma nas dependências do EVT Chico Landi enquanto que a CET responderá pela elaboração dos conteúdos técnicos dos programas educativos e pelo fornecimento das condições de manutenção e funcionamento predial, dentre outras atribuições. Quando pronto, o CEPAM promoverá uma diversidade de ações contínuas e eventos educativos, como treinamentos teóricos e práticos, feiras, exposições, seminários, palestras, congressos e eventos de mobilização e conscientização do motociclista, seja ele um condutor comum ou profissional, também chamado de motofretista.

Fonte: RockRiders.com.br

 

Estacionamento de Mototáxi

 

Publicado em 17 de fevereiro de 2012 por Cristiano Pilako

A CALÇADA é pública. Quando alguém se apropria da calçada, PRIVATIZA o que é público. Aquilo que é PÚBLICO é direito de todos e não PERTENCE a ninguém. Mototáxi estacionado na orla do asfalto é um absurdo. O asfalto foi feito para TRÂNSITO de veículos, não para ESTACIONAMENTO de veículo. Mototáxi tem de circular, não pode estacionar na via pública. Se estaciona na via pública,ENGARRAFA o trânsito. Será que é difícil entender isso

 

Mototaxistas clandestinos podem ter relação com a criminalidade na região

18/02/2012 - 10:24:00 - Do G1

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Além de colocar em risco a vida dos usuários por não possuírem seguro em caso de acidentes e nem alvará para rodar pelas ruas

Os mototaxistas clandestinos podem ser relacionado entre crimes cometidos e um trânsito pouco fiscalizado em São José do Rio Preto.


Estima-se que cerca de 35 mil pessoas usem o serviço de mototaxi todos os dias em Rio Preto. Os dados são do sindicato que representa os profissionais. Mas a clandestinidade preocupa. Além de colocar em risco a vida dos usuários por não possuírem seguro em caso de acidentes e nem alvará para rodar pelas ruas, os mototaxistas irregulares são apontados como autores de roubos e usam a profissão para praticar crimes.


Nos últimos sete anos, o número de mototaxistas aumentou bastante na cidade. Hoje são 600 profissionais cadastrados no sindicato da categoria. A população usa cada vez mais esse meio de transporte para escapar do trânsito na cidade, que anda cada vez mais complicado. Enquanto o carro ou o ônibus levam uma hora para fazer um trajeto, a moto realiza em apenas 20 minutos.


Mas o número de clandestinos dobrou no mesmo período. Atualmente eles são mais de 800 atuando em vários pontos da cidade. Falta de fiscalização pode ser um dos motivos.


Para escapar da fiscalização, os motociclistas clandestinos estacionam as motos perto das agências. O esquema prejudica quem paga impostos e é registrado na Secretaria de Trânsito.


A população pode ajudar chamando só os mototaxistas regularizados. Na pressa nem todo mundo dá atenção nesse detalhe tão importante. O número do alvará deve estar no tanque da moto e no colete. A carteirinha com os mesmos números deve ficar com o profissional e pode ser exigida quando o cliente quiser.

 

Mototaxistas propõem lei para regulamentar atuação em Manaus

 

 

23 Fev 2012 . 03:27 h . Cleidimar Pedroso .

Trabalhadores dizem ter cansado de esperar pela Pefeitura, que prometeu criar a lei no ano passado

Manaus - Uma Sugestão Legislativa da lei que vai definir a forma de atuação do serviço de mototáxi em Manaus será protocolizada na manhã desta quinta-feira (23) na Comissão de Legislação Participativa da Câmara Municipal de Manaus (CMM). A sugestão é da Cooperativa de Mototaxistas, Motoboy e Motofrete do Estado do Amazonas (Coopfretabam).

No dia 3 de maio do ano passado, os vereadores aprovaram o projeto de emenda à Lei Orgânica do Município (Lomam) que autoriza a atividade na capital amazonense. Na época, a Prefeitura de Manaus informou que, no prazo de 90 dias, entregaria à CMM a minuta com todas as definições da forma de atuação da categoria, mas até ontem, 295 dias após a aprovação, a lei que regulamenta a profissão não havia chegado à CMM.

A Sugestão Legislativa entregue a CMM hoje estabelece, por exemplo, que o exercício da profissão será proibido apenas na área central da cidade e que quem tiver uma autorização pode cedê-la após dois anos de uso. Que as motos tenham de 125 a 300 cilindradas e que os mototaxistas sejam isentos do Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN) durante cinco anos.

O superintendente da SMTU, Marcos Cavalcante, informou que entregou ao prefeito Amazonino Mendes, em agosto, a minuta do projeto de lei que regulamenta a profissão de mototaxista. Ele explicou que o projeto deve estar tramitando na Procuradoria Geral do Município (PGM).

 

Brasileiro paga em média R$ 130,60 de IPVA; paulista paga R$ 263

O contribuinte brasileiro pagou, em média, R$ 130,60 de IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) no ano passado. É o que revela um estudo do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário).

O levantamento comparou a arrecadação do IPVA, o tamanho da frota de veículos e os dados populacionais.

De acordo com o IPBT, São Paulo é o Estado em que os habitantes são mais onerados com o IPVA. Em média, cada paulista pagou R$ 262,92 relativos ao imposto no ano passado. Em segundo lugar está o Distrito Federal, com R$ 243,10 por habitante, seguido de Santa Catarina, com R$ 163,90 por motorista.

Em valores absolutos, os donos de veículos pagaram R$ 25,12 bilhões de IPVA no ano passado. Detentor da maior frota do país, com 20,7 milhões de carros, e da maior população, o Estado de São Paulo lidera a arrecadação do imposto, com R$10,93 bilhões. A menor arrecadação foi registrada em Roraima (R$ 31,09 milhões).

O estudo reuniu dados do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) sobre a arrecadação do IPVA. O IBPT comparou a receita do imposto com informações sobre a frota de veículos divulgadas pelo Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) e projeções do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) relativas aos dados populacionais de 2011.

De acordo com o instituto, diferenças de alíquotas e facilidades burocráticas têm feito alguns contribuintes, principalmente empresas, registrarem os veículos em estados onde o imposto é menor. Entre os exemplos está o Paraná, Estado com a sexta maior população do país, mas com a quarta maior frota de veículos.

Para o IBPT, a diferenciação de tratamento tributário tem provocado uma guerra fiscal entre os estados, que buscam ampliar o número de pagantes de IPVA. Apesar disso, o instituto avalia que não está claro se essa disputa por contribuintes é intencional.

Fonte: Folha Online - 27/02/2012

 

Decreto que fixa permissão de mototáxi é republicado

 

 

Prefeitura de Uberaba terá de republicar o edital para corrigir o valor da permissão do serviço de mototáxi no Porta-Voz. No decreto, publicado semana passada, o valor “mínimo” foi definido em R$1,5 mil. Entretanto, o montante não pode ser alterado, seja para mais ou para menos.

De acordo com a Assessoria de Imprensa da PMU, o valor da permissão fixo foi definido entre o prefeito Anderson Adauto (PMDB) e os representantes do setor. Como houve a dubiedade na interpretação, o governo municipal optou por republicar o decreto.

O novo decreto mantém a possibilidade de o valor da permissão ser dividido em até cinco vezes, em parcelas iguais e sucessivas, devendo, entretanto, o valor total ou a primeira parcela ser quitada no primeiro dia útil após a homologação do resultado final do processo licitatório. Além disso, a falta de pagamento no prazo e valor convencionado pode acarretar na perda da permissão do serviço.




Conheça a jaqueta com air bags para motociclistas

Conheça a jaqueta com

Equipamento de proteção infla quando condutor é lançado do veículo

 

Divulgação

Bolsas são infladas com CO2 e protegem
áreas vitais como cervical, cóccix e tórax

Pense naqueles carros com os mais variados tipos de air bags (de motorista, passageiro, laterais). Agora pense num carro sem air bag nenhum. Mesmo sem essas bolsas de ar, que já salvaram a vida de muita gente, o carro ainda é um meio de transporte muito mais seguro do que a mais segura das motocicletas. Afinal, o carro tem uma célula de sobrevivência, tem componentes na carroceria que absorvem a energia do impacto e ainda tem cinto de segurança. A moto não tem nada entre o condutor e a pista. Pior: só tem duas rodas.

Veja as motos 'de macho' da Confederate

Galeria: as rodas mais exageradas do mundo

A boa notícia é que tem engenheiro tentando compensar um pouco dessa falta de segurança. A Leroup, uma empresa brasileira especializada em equipamentos de proteção individual, associou-se à japonesa Mugen Denko para a criação de uma jaqueta que vem com air bag embutido. Ou seja: se não dá para evitar o tombo, a saída é, pelo menos, minimizar o impacto da queda.

Entenda o processo

O equipamento funciona da seguinte forma: uma trava de segurança liga a jaqueta à estrutura da moto. Quando o motociclista é arremessado, a trava é liberada, acionando um cilindro de gás carbônico que infla as câmaras de ar da jaqueta instantaneamente. O processo todo leva menos de meio segundo, mal dá para piscar.

As câmaras, espalhadas pela jaqueta, abrangem as áreas do pescoço, costas, tórax, abdômen, coluna cervical e cóccix. Segundo Vanderley Almeida, diretor da Leroup, a “jaqueta-air bag” protege contra 80% das lesões críticas que o motociclista pode sofrer.

Ele explica ainda que é necessário um puxão equivalente a 30 kg para que o cilindro seja ativado, o que impede que o motociclista acione o airbag por engano ao descer da moto sem destravar o cabo que liga a jaqueta ao veículo de duas rodas.

Diferentemente do que acontece com o air bag de carro, esse da jaqueta pode ser reaproveitado depois de um primeiro impacto, segundo explica Almeida.

- Só precisa trocar o cilindro de CO2, que custa em torno de R$ 60.

A jaqueta também foi feita com material antiescoriação, para minimizar o “esfolamento” do motociclista, que acaba rolando pela pista. Ainda conta com material refletivo aprovado pelo Denatran.

Mais air bags para o motoqueiro

Embora os veículos de quatro rodas já tenham airbags desde os anos 1970, foi só em 2005 que lançaram um sistema parecido para as motocicletas. Foi quando a Honda instalou o recurso em sua Gold Wing. Nesse caso, a bolsa de ar infla sobre o tanque. O objetivo é proteger o motociclista em caso de colisão frontal.

Teste: rodamos 1.000 km com o novo Civic

Um ano antes, a empresa espanhola APC Systems já havia lançado um airbag de capacete, para proteger o motociclista de lesões na região cervical. Embora a ideia seja ótima, ela ainda não vingou, por tornar o capacete muito pesado. Mas é um primeiro passo para novos desenvolvimentos visando à segurança sobre duas rodas.

Para a proteção do trabalhador

Almeida aponta que o objetivo é difundir a jaqueta entre as empresas que contam com motociclistas profissionais em seus quadros. Ele acredita que o governo deve indicar a obrigatoriedade da empresa fornecer a jaqueta a seus empregados motorizados, assim como qualquer oficina tem o dever de fornecer equipamentos de proteção individual a seus pintores e funileiros.

- Estamos pleiteando junto ao governo a criação de uma norma específica, que dê diretrizes para a profissão de motociclista profissional. Ele tem de receber equipamento de segurança como um trabalhador comum. Então não se deve classificar essa jaqueta como um equipamento de trânsito, e sim associar com a lei trabalhista, porque é um equipamento de proteção individual.

Brasil no “top 5” das mortes no trabalho

Segundo a Organização Internacional do Trabalho, o Brasil é o quarto país com mais óbitos provocados por acidentes profissionais. Só perde para China (a “campeã”), Estados Unidos e Rússia. E, coincidência ou não, a área de transportes está entre as que mais matam, junto com armazenagem e comunicações.

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Manifestantes fazem protesto em Luís Eduardo Magalhães pela morte da professora Marlei

Publicado:28/02/2012 07:48

Matéria Lida: 202 Vezes


Fonte Jornal O Expresso | Fotos O Expresso e blog do Sigi Vilares


Um grande grupo de manifestantes saiu no final da tarde de ontem, do bairro Santa Cruz, protestando contra a morte da professora Marlei Terezinha Pretto, ocorrida em acidente de trânsito. Em frente ao Centro Administrativo Municipal, o manifesto tomou força, com palavras de ordem, e foi acompanhado por motociclistas profissionais e carros de passeio. A manifestação ganhou fortes cores políticas e foi assistida por políticos de oposição ao Governo Santa Cruz, entre eles o vereador Alaídio Castilho e o representante da terceira via, Jaime Cappellesso. O secretário de Esportes, Valtair Fontana, pegou o microfone para fazer um breve discurso, mas depois de uma meia dúzia de palavras foi intensamente vaiado, o que o fez desistir de seu intento.


O prefeito Humberto Santa Cruz ficou impedido de receber os manifestantes, pois está em Brasília e só chega amanhã pela manhã. Mas a secretária de Saúde, Maira de Andrada Santa Cruz, garantiu que estará presente ao velório, hoje à noite, na quadra coberta do colégio Ottomar Schwengber.


Segundo fontes da própria Prefeitura, Humberto Santa Cruz ficou sabendo hoje da municipalização do trânsito, efetivada pelo DENATRAN, o que teria ocorrido na última sexta. Com a municipalização, o Prefeito poderá intervir de maneira decisiva na organização do trânsito na cidade.


Outras manifestações estão previstas. Amanhã, os sindicatos dos professores, dos funcionários públicos e o Conselho Comunitário de Apoio à Segurança farão outra passeata. Na quarta-feira, um grupo de acadêmicos de direito se reunirá na Praça da Matriz para também realizar um protesto.

 

CMU divulga amanhã gabarito de concurso

 

O gabarito das provas do concurso público realizado pela Câmara de Uberaba será divulgado dia 29, próxima quarta-feira. Para conferi-lo, os candidatos aos cargos de garçom, motorista, motoboy, cinegrafista, editor, fotógrafo e oficial de portaria deverão acessar o site da Casa, www.camarauberaba.mg.gov.br ou o órgão oficial do município, jornal Porta-Voz, que terá edição on-line naquela data.

Dos 455 inscritos, 75 não compareceram ao Colégio Cenecista Dr. José Ferreira – onde as provas foram realizadas –, ou seja, o índice de abstenção girou em torno de 16,8%. Na avaliação do diretor-geral do Legislativo, Rodrigo Souto, o concurso transcorreu dentro da normalidade e do esperado. A Câmara está ofertando dez vagas para contrato imediato e outras quatro para o cadastro de reserva, sendo estas apenas para garçom, motorista, motoboy e oficial de portaria.

O concurso foi realizado conforme estabelecido no Termo de Ajustamento de Conduta firmado entre o Legislativo e o Ministério Público em janeiro do ano passado. Seu prazo de validade é de dois anos, contados a partir da data de publicação da homologação, podendo ser prorrogado uma vez por igual período a critério da Casa. Conforme Rodrigo, o resultado final deverá sair ainda na primeira quinzena de março.

 

Vitímas de acidentes podem requerer seguro DPVAT sem intermédiários, alerta DETRAN


16h15min


Preocupado com a disseminação de anúncios de intermediários para requerer o Seguro DPVAT, o Detran/RS faz um alerta às vítimas de acidentes de trânsito e orienta para os procedimentos. Um banner no site da Autarquia www.detran.rs.gov.br encaminha diretamente para a página do seguro, que contém todas as informações necessárias.

O mais importante a esclarecer é que não são necessários intermediários para solicitar o recurso - a que todo o brasileiro vítima de acidente de trânsito tem direito. A própria pessoa acidentada, ou sua família em caso de morte, pode requerer o seguro. Basta procurar os Pontos de Atendimento Autorizados, que podem ser consultados no site www.dpvatsegurodotransito.com.br ou pelo SAC DPVAT (0800.022.1204). A indenização sai em até 30 dias e a entrada com o pedido é 100% grátis.

Têm direito à indenização vítimas de acidentes de trânsito (ou seus familiares, em caso de morte), ocorridos nos últimos três anos, envolvendo veículo automotor de via terrestre (não se enquadram trens, bicicletas e barcos), que tenham causado morte, invalidez permanente ou despesas médico-hospitalares. O valor da indenização varia: até R$ 2.700,00 para despesas médico-hospitalares (conforme o total de despesas comprovadas), até R$ 13.500,00 para casos de invalidez permanente (de acordo com o tipo de lesão), e R$ 13.500,00 pagos à família para indenização por morte.

O site do DPVAT traz informações detalhadas sobre a documentação necessária para fazer o pedido em cada caso. Se ainda há dúvidas, além do 0800 do DPVAT, alguns sindicatos também oferecem orientação - totalmente gratuita - como o Sindimoto (para motociclista profissionais) e o Sincor (Sindicato dos Corretores de Seguros do RS), entre outros.

O mais importante é saber que não é preciso abrir mão de parte da indenização para que algum intermediário faça o pedido. Ao contratar um intermediário, a pessoa fica, ainda, sujeita a golpes e corre o risco de acabar com um valor bem menor do que teria direito, ou mesmo sem nada, explica o presidente do Detran/RS, Alessandro Barcellos

 

Trânsito da região mata mais do que na Capital

Página Publicada em: fevereiro, 27 de 2012 as 6:30 pm. Na Categoria: Notícias

Uma morte no trânsito a cada dois dias em 2011. Essa é a média de homicídios culposos por conta de acidentes de veículos no Grande ABC segundo o levantamento de estatísticas criminais da SSP (Secretaria de Segurança Pública) no ano passado. A taxa de 6,5 vítimas fatais para 100 mil habitantes é menor que a do Estado. Mas é maior que a da Capital.

Segundo o especialista em transportes Horácio Augusto Figueira, nada alarmante. Isso porque, calculando por taxa de 10 mil veículos, as mortes caem para 1,1, considerado índice baixo. Essa é uma das explicações dada pelo coronel Roberval França, comandante da Polícia Militar na região. A frota de veículos no Grande ABC é de quase 1,5 milhão. Nos últimos dez anos, o número de carros cresceu 70%, enquanto a população aumentou 16%.

“Com mais gente circulando, em um projeto viário planejado para 20 anos atrás, é um dos fatores que acabam colaborando para aumentar os acidentes de trânsito”, explicou.

Figueira alertou que o “aceitável” é que haja apenas uma morte para cada 10 mil veículos. Por isso, o Grande ABC apresenta problema crônico no número de feridos no trânsito. A taxa é de 43,2 casos de lesão corporal culposa para cada 10 mil veículos. Bem menos que o Estado (65,1), mas muito maior que a Capital (apenas 1,5). “A região está no caminho certo das mortes (para redução), mas precisa atuar mais em relação aos feridos. O número precisa ser abaixado quase três vezes mais”, disse.

São mais de 17 pessoas feridas por dia em acidentes no trânsito da região. Diadema, por exemplo, tem média de lesões corporais culposas maior que o Estado se levado em conta a sua frota.

Roberval França especifica que imprudência no trânsito e o hábito dos motoristas em beber antes de dirigir são os dois principais causadores de acidentes. Por isso aponta que regiões com bares são as mais problemáticas e exigem atuação mais direta da polícia.

Nesse quesito, São Bernardo, que lidera no número de vítimas fatais, se destaca com duas regiões boêmias: a Avenida Kennedy e o Riacho Grande, que exige o uso da Rodovia Anchieta. Em Santo André, onde foram registradas mais lesões, o foco está na Avenida dos Estados.

“É cultual as pessoas irem beber depois de encerrar o expediente. Mas ainda acham que podem beber e sair dirigindo”, justificou o coronel. Se na Capital a atuação da polícia no trânsito acontece com um batalhão específico, no Grande ABC, somente em Santo André há uma parceria mais efetiva com o poder municipal para coibir os abusos.

Enquanto isso, cidades como Ribeirão Pires, que apresenta estatísticas preocupantes, sofrem com os hábitos irresponsáveis dos condutores. São 23 bafômetros para toda a região e Roberval reitera que os bloqueios são feitos apenas nos grandes corredores.

Motociclista se envolve em 16% dos casos

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), 16% de todos os acidentes de trânsito no Brasil são de responsabilidade de motociclistas. Com o grande número de lesões corporais culposas no Grande ABC, eles são o foco.

O técnico em aparelhos de ginástica Jeffersion Vinícius, 34 anos, anda desde os 18 de moto e perdeu a conta das vezes em que se acidentou no trânsito. Calcula cerca de 20. A última delas em setembro, quando quebrou o maxilar.

“Em todo o lugar é complicado o trânsito”, disse o morador de Santo André. Para ele, mesmo os índices sendo proporcionalmente menores na Capital, ainda é melhor pilotar no Grande ABC.

“Aqui eu diria que há mais respeito. Na Capital as pessoas andam mais com pressa e muitas vezes não prestam muita atenção”, disse, sem saber explicar os motivos pelo qual os índices da região são piores. “Acho que é porque as ruas são mais estreitas.”

FONTE: Diário do Grande ABC.

 

Série Motociclistas | Sentir a liberdade, mas com segurança: Perkons

 

27 de fevereiro de 2012

Perkons 

Entrevista com Lucas Pimentel, presidente da Associação Brasileira de Motociclistas

    Segundo dados de 2012 do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), o Brasil acumula uma frota de mais de 70 milhões de veículos. Destes, pouco mais de 15 milhões são motocicletas. As habilitações não chegam a 10% dessa frota: são 1.422,166 autorizados a conduzir motocicletas, segundo o Denatran em 2011.
    Informações da agência especializada em notícias sobre motocicleta, a Infomoto, desde 2000, quando se iniciou um controle da frota de motos no Brasil, o crescimento atingiu a marca impressionante de 325%, em apenas dez anos. Em 2010, foram contabilizadas 10,6 milhões de motos no país. Seguindo esta projeção, a estimativa é de que em 2015 este número chegue a 15,5 milhões. 
    A crescente dos dados representa hoje um sério problema para o trânsito. O motociclista é peça chave na engenharia da mobilidade e as atualizações no Código de Trânsito Brasileiro regulamentando a profissão de mototaxista são apenas um exemplo de conversão do cenário em favor dos que andam sobre duas rodas.   
    E, assim como os diferentes veículos desencadeiam comportamentos diferentes, a motocicleta também apresenta um perfil plural de quem a conduz: há os que utilizam como ferramenta de trabalho, como meio de transporte, como hobby e etc. Para compreender melhor essa atmosfera, a Perkons mergulha no mundo da motocicleta e traz uma minissérie sobre os vários perfis de motociclistas. Acompanhe a primeira matéria desta série:

Entrevista com Lucas Pimentel, presidente da Associação Brasileira de Motociclistas

    Está no artigo 29 do Código de Trânsito Brasileiro: “Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos maiores serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e todos pela incolumidade dos pedestres”. Mas basta circular em uma via de grande fluxo para saber que o que está na lei não corresponde à realidade. 
    E bastar fazer uma simples pergunta: num acidente entre um carro e uma moto quem se machuca mais? Por razões óbvias são os motociclistas. E o número vem crescendo assustadoramente no Brasil. As mortes por acidentes com motocicletas quase triplicaram em nove anos, passando de 3.744 em 2002 para 10.143 em 2010, quando foram registrados mais de 40,6 mil acidentes nas ruas e estradas do país. Os acidentes com motos responderam por 25% das mortes, segundo o Sistema de Informações de Mortalidade do Ministério da Saúde.
    Mas, mesmo que o número de tragédias com motociclistas acidentados e mortos seja alto, isso não inibe os aproximadamente 44 mil associados da Associação Brasileira de Motociclistas (ABRAM). São apaixonados pela sensação de liberdade que só a motocicleta pode proporcionar, “independente da cilindrada”.
    É assim que Lucas Pimentel fala dos membros da ABRAM, associação da qual é presidente. “Somos motociclistas usuários, profissionais, militares, esportistas e estradeiros. Nascemos com o propósito de prestigiar, valorizar e defender o motociclista, independente da marca ou cilindrada da motocicleta. Nossa missão é a segurança do motociclista no trânsito e vamos completar 15 anos fazendo isso”, conta. 
    Sobre a pergunta que inicia o texto, Lucas conhece bem a resposta. “Estava parado em uma retenção semafórica e, quando o farol abriu, dei a partida. De repente, fui surpreendido por um motorista cruzando a pista, provavelmente, querendo aproveitar o amarelo, que ficara vermelho. O acidente foi muito grave. Cheguei até a pensar em parar de andar de moto, mas o amor pela ‘dama de metal’ – apelido carinhoso que ele usa para se referir a sua moto - falou mais forte. Aprendi que, mesmo que o farol fique verde, antes de reiniciar meu deslocamento, devo sempre olhar com atenção. Assim, tenho evitado inúmeras ocorrências que certamente teriam me vitimado”, adverte. 
    Hoje, o presidente da ABRAM utiliza a moto apenas para passear nos fins de semana, mas defende a agilidade e economia do modal.  “Com o que se gasta em transporte coletivo, se adquire uma moto a prestação. E, assim, passa-se a efetuar o deslocamento do dia a dia de maneira mais rápida. Além de se adquirir um pequeno patrimônio e um veículo para lazer nos fins de semana. É ou não é atrativo?”, indaga.
     Quanto ao trânsito em geral, Pimentel tem a visão dos especialistas que acompanham a mobilidade brasileira: “Se cada um de nós quiser ter o nosso carro ou a nossa moto e usarmos no dia a dia, não haverá vias públicas suficientes. É preciso investir seriamente na melhoria dos transportes coletivos e baratear a tarifa. A insatisfação com o transporte coletivo é a principal causa para a compra da moto”, argumenta.
     E conclui a entrevista com a sugestão de quem é motociclista há mais de 25 anos. “Eu amo motocicletas. Para mim, é um excelente meio de locomoção e de lazer. Entretanto, para se curtir devidamente a paixão e a emoção das duas rodas é preciso abraçar a segurança no trânsito. Aos recém-habilitados, recomendo não fazer o uso imediato da motocicleta no dia a dia. É preciso começar com pequenos deslocamentos no entorno da residência para se familiarizar com os comandos da moto e as especificidades das vias públicas. Somente depois que o condutor se sentir seguro é que se deve utilizá-la diariamente”, encerra.

Quem matou os 11 motociclistas?, por Sydnei Ulisses de Melo em Perkons

    O IML – Instituto Médico Legal de Sergipe registrou durante o carnaval de 2012, a ocorrência de 17 óbitos decorrentes de acidentes de trânsito no Estado, sendo 11 de motociclistas. Número impressionante já que no mesmo período no ano passado foram apenas 6 óbitos no total.
    Para a maioria das famílias nada mudou, morreram alguns e “é assim mesmo”, o trânsito é violento e todo mundo sabe, tem que ter muito cuidado e pronto. Os motociclistas são “imprudentes” e por isso acabam se envolvendo em acidentes. Assim pensa a maioria dos cidadãos.
    Mas a realidade pode ser alterada se a sociedade entender a parcela de responsabilidade de cada um. Quando o número de mortos é  apresentado nos noticiários faltam-nos algumas informações que poderiam elucidar os reais motivos que levaram estes motociclistas a morte. Por exemplo: Não sabemos quantos condutores mortos eram habilitados, tão pouco quantos utilizavam capacetes presos de forma adequada e quantos eram de maior de idade, informações que podem mostrar com clareza o quanto somos irresponsáveis.
    Se não formos traídos pela probabilidade, pelo menos seis entre os onze mortos não eram habilitados, com grande possibilidade de alguns serem menores e estarem sem capacete ou com o equipamento solto para enganar sabe-se lá a quem. É assim que acontece quando a sociedade não assume o seu papel estabelecendo limites.
    Por mais absurdo que pareça muitos pais ainda acreditam que o filho deve aprender a dirigir cedo, sem maturidade, sem habilitação, mas perpetuando a virilidade dos homens da família. E quando estes jovens de pais irresponsáveis matam ou lesam alguém, a família corre para protege-lo do alcance da justiça como se todos coitadinhos fossem.
    E o poder público, por sua vez, está longe de fazer a sua parte, seja pela incapacidade de fazer valer as regras estabelecidas pelo CTB - Código de Trânsito Brasileiro como acontece em Aracaju onde ciclomotores circulam barbarizando a cidade e levando muitos jovens a morte precoce, seja pela falta de fiscalização eficiente dos excessos de velocidade, da falta de educação para o trânsito pouco propagada nas escolas e sobretudo da presença dos condutores sem habilitação ( 60% dos motociclistas e 30% dos motoristas conforme pesquisa Ibope) que apostam em não serem incomodados, como fazemos com as loterias. 
    Enfim os 11 motociclistas não morreram por acaso, são conseqüência e reflexo do que está acontecendo com as nossas famílias e com o Pode Público. Ambos tentam transferir para o outro a responsabilidade e enquanto isso vamos acumulando mortos e colocando o nosso Estado nas manchetes regionais como sendo a capital que mais mata no trânsito do nordeste.


Sydnei Ulisses de Melo
Instrutor de trânsito

Marroquinas criam primeiro moto clube feminino do mundo árabe

Marroquinas criam primeiro moto clube feminino do mundo árabe  Imagens Grupo reúne 15 mulheres com idades entre 22 e 50 anos By Agência Efe, Clique no nome do autor ao lado para comentar. Segunda, 27 Fevereiro 2012 Elas não possuem tatuagens, adereços de caveiras e também fogem da típica imagem rebelde dos motoqueiros, substituída, neste caso, por um adesivo de asas rosas no capacete, o logotipo do Miss Moto Marrocos, a primeira associação de mulheres motoqueiras do mundo árabe. O nome citado não se refere a nenhum concurso de beleza sobre rodas, porém, ressalta a condição feminina das adeptas desse moto clube. Criada em meados de dezembro, essa associação já apresenta 15 mulheres com idades compreendidas entre 22 e 50 anos. Casadas, solteiras, estudantes, aposentadas, com ou sem véu (hijab), todas compartilham uma mesma paixão: as motos. As motocicletas em fila indiana, capacetes apertados e motores ligados, as mulheres do Miss Moto Marrocos estão prontas para pegar as estradas diante dos olhares surpresos de alguns dos pedestres da orla de Casablanca, onde ocorre a reunião. O rugido dos motores das Harley-Davison, Honda Shadow e Yamaha FZR, entre outras marcas, se misturam com o som das buzinas dos carros da movimentada capital econômica do Marrocos. "Fiz a Rota 66 (a mítica estrada dos Estados Unidos) e vi mulheres de todas as idades percorrendo esse trajeto. Assim, eu me perguntei: por que as marroquinas não estão aqui?", indaga Dalila Mosbah, a presidente da associação, que ressalta que sua paixão pelas motos começou aos 16 anos. Na ocasião, Dalila havia acabado de conhecer o marido, que atualmente acompanha ela e resto das motoqueiras do Miss Moto Marrocos em seus passeios no estilo "Easy-Rider". Além do marido de Dalila, mais dois homens acompanham o grupo das mulheres com a intenção de fazer "escolta". "Se somos acompanhadas pelos homens é por uma questão de segurança e também um costume. As mulheres na Europa são mais independentes, mas as marroquinas não saem só", explica Dalila, que tem três filhos, todos eles motoqueiros. A cirurgiã dentista Amal Bennis, de 44 anos e mãe de dois filhos, confessa que tirou a carteira de habilitação e comprou a moto "sem avisar sues amigos e familiares". Isso porque, ela não queria que ninguém desanimasse esse seu sonho. Durante uma hora e meia, as motoqueiras percorrem a rota que leva à praia de Tamaris, em direção ao sul. Além de ser uma oportunidade para se reunir e desfrutar de um passeio sobre rodas, essas viagens também servem como treinamento para a realização do primeiro Dia Mundial da Mulher Motoqueira, que será realizado no dia 18 de março em Marrakech, oito dias após o Dia da Mulher Trabalhadora e dez dias após o Dia Internacional da Mulher. "Quero fazer uma chamada para todas as mulheres que conduzem em duas rodas, inclusive em bicicleta, a participar deste desfile", diz Dalila, que ressalta que o Miss Moto Marrocos nasceu com a ideia de organizar missões dedicadas à caridade e a solidariedade. Foto: Agência Efe blog comments powered by DISQUS

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Matéria Trânsito

 

Polícia aplicou 14 multas a cada cinco minutos no Carnaval

Em cinco dias, foram mais de mil acidentes com 579 feridos

A Operação Viagem Segura, que começou à meia-noite dessa quinta-feira e terminou à meia-noite dessa terça-feira, totalizou 20.581 autuações. A média é de 14 multas a cada cinco minutos de fiscalização nos cinco dias de abordagens. O número de mortes, porém, caiu. Foram 20 óbitos, contra 23 no ano passado (-13%) e 29 no ano retrasado (-31%).

Nenhum acidente ocorreu nos 19 pontos críticos mapeados pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RS). A iniciativa envolveu também Brigada Militar, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil e Conselho Estadual de Trânsito (Cetran), coordenada pelo Comitê Estadual de Trânsito. 

Até terça foram flagrados dirigindo embriagados 569 condutores, sendo que 150 desses cometeram crimes de trânsito (apresentaram nível de álcool acima de 0,33 miligramas por litro de ar expelido dos pulmões). Foram 116 mil abordagens e 1.705 testes de bafômetro. Foram recolhidos 1.381 veículos e 675 carteiras de motorista. O número de acidentes registrados somou 1.001, com 579 feridos.

Para o vice-governador do Estado Beto Grill, o resultado da fiscalização rigorosa se reflete na redução de acidentes. "A média de acidentes/dia neste Carnaval foi menor do que a média histórica do último ano. E num momento de maior movimento nas estradas, que as pessoas tradicionalmente bebem mais. Isso demonstra que estamos sendo bem-sucedidos", avaliou.

 

Crianças são aliadas do município na educação para o trânsito

Página Publicada em: fevereiro, 23 de 2012 as 6:00 pm. Na Categoria: Notícias

Com olhares atentos e curiosos, mais de cem alunos do segundo ao quarto anos do Ensino Fundamental do Colégio Farroupilha começaram o ano letivo tendo as regras de trânsito como primeiro ensinamento. Na recepção de volta às aulas, uma parceria com a prefeitura levou à escola a peça de teatro de bonecos “Bibi, que legal, um carrinho de pedal”, encenada pela equipe de educação para o trânsito da EPTC.

A atividade faz parte da programação da EPTC para orientar alunos e pais para o respeito às regras de trânsito na retomada da rotina escolar, trabalho que será realizando com os estudantes da rede pública na próxima semana, quando começa o ano letivo. Além da peça, a equipe conversou com os estudantes e desde o início da manhã entregou materiais educativos sobre comportamento adequado de pedestres, ciclistas e no transporte escolar.

O prefeito José Fortunati foi ao colégio dar as boas-vindas às crianças e exaltar a importância da sua participação para garantir segurança aos pedestres e motoristas na cidade. “A forma mais eficaz de promover segurança no trânsito é ensinar as crianças. Quando cria a consciência sobre o correto modo de agir, a criança se posiciona de forma muito forte na orientação dos adultos, cobrando atitudes dos pais, parentes e motoristas que os conduzem”, exaltou o prefeito.

Multiplicadores - No recado direto à jovem plateia, Fortunati estimulou o trabalho dos multiplicadores dos bons hábitos. “O prefeito de Porto Alegre confia em vocês para termos um trânsito cada vez mais seguro na nossa cidade”, finalizou. A diretora do Farroupilha, Magda Von Galen, agradeceu a parceria do município, que se soma ao esforço empenhado pela escola ao longo do ano para criar uma consciência de respeito aos sinais e às regras do trânsito.

No teatro de bonecos, Lucas, um menino de dez anos, ganha de aniversário um carro de pedal, mas conserva a vontade de dirigir o carro do pai. De forma lúdica, os sinais de trânsito ganham vida e ensinam o garoto sobre a importância de respeitar as regras e garantir um trânsito seguro.

Conforme o presidente em exercício da EPTC, Carlos Pires, o trabalho de conscientização será levado às escolas municipais e estaduais, que começam o ano letivo na próxima semana. Na segunda-feira, a partir das 9h, será realizada a abertura do ano letivo na Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Moradas da Hípica (rua Geraldo Tollens Linck, 1, bairro Aberta dos Morros), com a presença do prefeito José Fortunati. A meta da EPTC é conscientizar mais de 10 mil pessoas em cerca de 50 instituições de ensino.

Além das ações educativas, estão previstas blitze de trânsito em dois turnos nas faixas de segurança próximas às escolas mais movimentadas da Capital, para coibir desrespeitos.

FONTE: Correio do Brasil

 

Em SP, motoboy entrega antibiótico sem receita e pede para cliente avisar a farmácia

Em São Paulo, das sete farmácias procuradas pela reportagem do R7 – cinco delas grandes redes – uma vendeu um exemplar de ciprofloxacino (antibiótico indicado para combater infecção urinária) junto a um Fluconazol (antibiótico indicado para infecções na pele, que não precisa de retenção de receita, apesar de geralmente ser indicado apenas por médicos). As tentativas foram realizadas entre os dias 25 e 26 de janeiro.

Nesta encomenda, a atendente da grande rede farmacêutica fez primeiro um cadastro, pediu a receita e, diante negativa, deixou que ela fosse entregue no ato da compra. Durante a entrega, o motoboy pediu a receita, mas mesmo a reportagem não tendo, o medicamento foi entregue.

Com aparente pressa, o entregador disse que “quebraria o galho” porque um dos medicamentos não precisava de receita. Em seguida, pediu à reportagem que ligasse para a drogaria para pedir que a fizesse a retirada da receita depois.

- Liga lá e avisa que não me mandou a receita.

A farmácia, que possui os dados telefônicos da reportagem, não ligou para conferir a compra.

Já nas seis demais farmácias testadas na capital paulista, todas se recusaram a efetuar a venda quando a reportagem avisava que estava sem a receita em mãos. Como forma de controle, os atendentes pediram o número do CRM (registro médico), que deve estar obrigatoriamente carimbado em qualquer receita. Diante das negativas, afirmaram não poder completar a transação.

Em uma delas, a atendente chegou a desligar na cara da reportagem após insistência.

Nas sete drogarias testadas, a reportagem também tentou comprar sem sucesso, inclusive pelo delivery da internet, os remédios controlados cloridrato de fluoxetina (antidepressivo) e os emagrecedores sibutramina e orlistat.

03/07/2010

 

Audiência discute regulamentação do Mototaxi em Aquidauana

 

A presidente do Conselho Estadual de Trânsito (Cetran) Regina Maria Duarte participou da audiência e esclareceu dúvidas dos mototaxistas.

 

Carolina Acosta

 

 

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Investindo na sinalização, a Prefeitura Municipal de Aquidauana por meio do Núcleo de Trânsito tem trabalhado ao lado dos taxistas e mototaxistas. O objetivo dessa iniciativa é regularizar os documentos dos profissionais bem como colaborar com a organização das vias e diminuir o número de acidentes. 

 

Para tanto, duas campanhas de conscientização foram iniciadas esse ano. Uma delas Educação no trânsito Uma mudança de atitude que trata o tema O mototaxi, velocidade e trânsito realizou uma audiência pública na noite desta quarta-feira (15), no anfiteatro da UFMS. 

 

A presidente do Conselho Estadual de Trânsito (Cetran) Regina Maria Duarte participou da audiência e esclareceu dúvidas dos mototaxistas. Percebe-se em todo lugar uma mudança de comportamento do homem no trânsito. Isso se deve a alteração no próprio trânsito, disse. 

 

Regina destacou o aumento significativo de motocicletas em todo Estado e o curso especializado obrigatório para mototaxistas. O Cetran regulamentou o curso especializado obrigatório destinado a profissionais que realizam transporte de passageiros (mototaxista) e entrega de mercadorias (motofretista)

 

Para ser mototaxi é necessário que o profissional tenha completado 21 anos, possua habilitação por pelo menos dois anos na categoria "A", utilize colete de segurança dotado de dispositivos retrorrefletivos e seja aprovado em curso especializado, regulamentado pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito).

 

Durante a audiência ficou sugerido ao poder Executivo restaurar, organizar e estruturar os pontos de mototaxi. Em contra partida, os profissionais regularizam seus documentos até agosto. Além da estruturação, a Prefeitura vai disponibilizar coletes e capacetes com faixas refletivas bem como antena corta pipa, disse o vice-prefeito Vanildo Neves. 

 

Em parceria com os demais órgãos, a Prefeitura e o Cetran desejam realizar até agosto o curso especializado obrigatório para mototaxistas em Aquidauana. 

 

A frente do Núcleo de Trânsito, Ney Alviço destacou a importância do envolvimento de todos os profissionais. Existem muita gente trabalhando como clandestino e é preciso cobrar dos demais a regularização. Todos saem ganhando: o passageiro, o mototaxi, o trânsito, a sociedade

 

O prefeito Fauzi Suleiman (PMDB) participou da audiência e destacou os investimentos em sinalização. Sempre buscamos manter um bom relacionamento com a classe dos mototaxistas. O Núcleo de Trânsito trabalha sempre em parceria com os profissionais visando melhorar, organizar e desenvolver nosso trânsito

 

Participaram da audiência o capitão da PM Nedson, procurador jurídico Marcelo Portocarrero, representante do Detran, Sidney Vargas Lima e o Vice Presidente OAB/MS 3º Subseção Aquidauana, Severino Alves de Moura.

 

Prefeitura investe R$ 75 mil em sinalização

 

Com investimentos de recursos próprios no valor de R$ 75 mil, a Prefeitura de Aquidauana deu início no dia 20 de dezembro, o serviço de sinalização horizontal de ruas do centro da cidade e trechos do Guanandy, Bairro Alto, Avenida da Pantaneta, Duque de Caxias e outras ruas de maior movimento.

 

O Núcleo Municipal de Trânsito, vinculado a Prefeitura de Aquidauana, iniciou o ano de 2012 com diversas ações no município. Após meses de estudo, várias ruas sofreram intervenção. Entre elas a Rua Bichara Salamene - a via tornou-se mão única do trecho da Rua Quintino Bocaiúva até a Estevão Alves Corrêa.

 

Outra via que passou por intervenção foi a Rua 7 de Setembro no trecho do Calçadão. A rua estreita e com grande fluxo de veículos, passou a ser mão única no sentido Pandiá Calógeras/Estevão Alves Corrêa.

 

Motociclistas precisam se cadastrar na ASTC



imprimir Texto: A-
A+ 16 de Fevereiro de 2012 18h16

Nícola Martins - nicola@engeplus.com.br Motociclistas que trabalham ou trabalharão em breve com motofretamento têm o prazo de 30 dias para realizar a mudança de categoria para enquadrar-se em nova lei. As motocicletas destinadas ao transporte remunerado só poderão circular mediante autorização emitida pelo setor de transportes da Autarquia de Segurança, Trânsito e Transportes de Criciúma (ASTC).



Ao entrarem em contato com a autarquia, os motociclistas irão solicitar a documentação para realizar o procedimento da troca de categoria tanto de profissionais autônomos ou para empresas. “Eles serão cadastrados para receber a licença de tráfego para prestar estes serviços no município”, relata a gerente de transportes da ASTC, Andreia Keller. Após 30 dias da regularização, a motocicleta já será fiscalizada pelos agentes de trânsito e pela Guarda Municipal.





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Álcool, velocidade e motociclista serão destaques



17/02/2012 12h57



Segundo Patrícia Nomelline, presidente da Comissão de Organização do Concurso Vida no Trânsito de Jornalismo, “o certame é mais uma ferramenta encontrada para reduzir os acidentes de trânsito, estimulando a elaboração e a publicação de matérias jornalisticas, relacionadas ao trânsito e toda a sua problemática”, explica.

.De acordo com Marta Maria Malheiros Alves, presidente da Comissão Pública para Planejamento, Desenvolvimento e Execução do Projeto Vida no Trânsito (PVT), “a associação de bebidas alcoólicas com direção, altas velocidades e número crescente de motociclistas resultam em acidentes graves, óbitos e consequentemente, um impacto social, desajustando a vida familiar e profissional dos envolvidos, nesses acidentes”, diz Marta Malheiros.. .Para o prefeito Raul Filho, a violência no trânsito ainda é o grande problema a ser resolvido em Palmas. “Nossas secretarias estão trabalhando de forma integrada e continuada, mas, os condutores precisam respeitar as leis de trânsito, para que a vida seja preservada”, argumenta.

.Ao endossar a argumentação do prefeito, do respeito à legislação de trânsito, o secretário da Saúde de Palmas, Samuel Bonilha, lembrou vidas ceifadas pela imprudência.



“Milhares de famílias choram seus entes queridos, mortos em acidentes de trânsito e outras sofrem com sequelas graves, como é o caso do nosso biólogo do CCZ, Jorde de Souza, que hoje está numa cadeira de rodas, vítima de atropelamento de um condutor que estava embriagado e na contramão”, lamentou.



O Projeto Vida no Trânsito tem como principal objetivo a redução de acidentes graves e mortes, causadas por acidentes de trânsito e visa reduzir, em pelo menos 10%, o número de óbitos por acidentes de trânsito, a cada ano, na Capital.



Palmas foi uma das cinco capitais brasileiras escolhidas para a implantação do projeto, em função das altas taxas de mortalidade, de internação hospitalar por acidentes graves, pelo excesso de velocidade e contingente de motos em circulação.

(Da Ascop)

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