terça-feira, 15 de novembro de 2011

Número de mototaxis diminui nesta segunda, após ocupação na Rocinha


Hélio Almeida | Rio+ | 14/11/2011 11h59

O número de mototaxistas diminuiu considervelmente na manhã desta segunda-feira na Rocinha, Zona Sul do Rio de Janeiro, diferente da imagem impactante da quantidade de motociletas que moradores e turistas estão acustumados e ver. Essa redução pode ter relação com a ocupação neste domingo pelas Forças de Segurança para a instalação de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). Sempre que houve entrada da polícia na Rocinha o número de pessoas trabalhando nesse tipo de serviço diminui.

Muitas motos são irregulares e por isso não circulam pelas ruas da comunidade nesses momentos. Além disso, outros mototaxistas não tem carteira de habilitação, não utilizam capacetes dentro da comunidade e muito menos oferecem o equipamento para quem utiliza.

Leonardo, que trabalha de mototaxista há mais de cinco anos, disse ao SRZD que tem habilitação e sua moto, segundo ele quitada após 1 ano, está regulariza. Ele falou que o não uso de capacete foi uma falta de hábito.

"Quando começou (o serviço de mototaxia na Rocinha) já ninguém usava e a gente acabou também não usando", disse. Para ele, a regularização do serviço dentro da Rocinha ajudará quem segue as leis. "Pra gente é melhor que tem menos cara trabalho e a gente pode faturar até mais."

Ainda não há informações concreta se terá uma fiscalização para orientar os mototaxistas, impedir quem esteja com documentação vendida ou até mesmo prender quem esteja trabalhando com motos roubadas. O mototaxi é um dos serviços que passarão por "choque de regularização".

Para Tatiana, moradora da comunidade, o serviço de mototaxi é indispensável para a Rocinha, devido a extensão da comunidade. "(O serviço) tem que continuar, não dá para subir todo dia isso aqui a pé, e não tem muito ônibus. Os poucos que têm só vêm cheios. Eu aoinda acho pouco, porque tem dias que eu chego do trabalho e não tem uma moto aqui", disse.

Outros possivelmente passão a não existir, como a TV à cabo clandestina. Além dos sxerviços, o rdenamento público será recisto, para tentar dar uma solução a situação em que barraqueiros e donos de loja se apropriam das calçadas.

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